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	<title>Folha Salvador &#187; Jornalismo</title>
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		<title>Cidadão Repórter – Jornalismo participativo</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 18:53:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eliezer Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[cidadão]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[participação]]></category>

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		<description><![CDATA[Público intensifica interação com os meios de comunicação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">Eliezer Santos</p>
<p><a href="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2010/06/lhiau031.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1468" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2010/06/lhiau031-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Com o surgimento e democracia dos novos aparatos digitais, muitos veículos de comunicação começaram a abrir mais espaço para a participação do público como agente produtor de informação.</p>
<p>Além de emitir comentários e sugerir matérias, as pessoas também têm encontrado abertura nos jornais para enviar suas próprias produções. É o caso do funcionário público, Manuel Correia, que já enviou para a redação de um jornal de Salvador imagens de um acidente de carro, que registrou com exclusividade quando voltava para casa.</p>
<p>“As pessoas registram imagens que não teríamos condições de produzir”, diz Jair Fernandes de Melo, editor do canal de interatividade de A Tarde –<a href="http://cidadaoreporter.atarde.com.br/"> Cidadão Repórter</a><a href="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2010/06/lhiau03.jpg"></a>. Ele conta que os maiores índices de participação são registrados quando a cidade sofre com fortes chuvas, período que dificulta as condições de deslocamento da equipe.</p>
<p>O avanço da convergência e portabilidade aumenta a tendência de o jornalismo colaborativo ganhar força e maior sinergia, sobretudo por conta das redes sociais e microblogs.</p>
<p>O blog de interação do A Tarde é uma extensão Alô Redação, serviço que tinha o mesmo propósito de interação, mas de forma mais limitada. “Com o Cidadão Repórter, ampliou-se a abrangência para todos os veículos da empresa e enfatizou-se a prática do jornalismo cidadão / colaborativo”, conclui.</p>
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		<title>Escola Pública: Progressão ou Retrocesso?</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 02:11:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Matéria que fala um pouco sobre o Centro de Educação Edgard Santos e seu projeto de atividade esportiva como parte do conteúdo pedagógico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escola Pública: Progressão ou Retrocesso?</p>
<p>Na década de 80, muitos Colégios Estaduais de Salvador aplicavam com rigor as atividades esportivas como parte do cronograma na disciplina de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Educa%C3%A7%C3%A3o_f%C3%ADsica#Educa.C3.A7.C3.A3o_f.C3.ADsica_e_esporte" target="_blank">Educação Física</a>. Os educadores juntamente com apoio do governo estimulavam o interesse dos alunos em ocupar o tempo oposto as aulas, na prática de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Esporte" target="_blank">esporte</a>, com objetivo de competição, além de ser oportunidade para o futuro, pois alguns atletas que hoje são conhecidos e profissionalizados, no passado, foram alunos deste padrão, a exemplo de Edílson3, jogador de futebol do Esporte Clube Bahia, que em 1983 foi estudante do Centro de Educacional Edgar Santos2 e assíduo frequentador das atividades esportivas.</p>
<p>As escolas da contemporaneidade devem aprimorar mais o projeto pedagógico de cada Instituição, que seja voltado para o esporte. Baseado na <a href="http://www.esporte.gov.br/leiIncentivoEsporte/default.jsp">Legislação do Ministério do Esporte</a>, o incentivo ao esporte é extremamente essencial para vida dos jovens, estes que são o futuro do Brasil. De acordo com o parágrafo 2º do art. 4° da portaria nº 120 de 03 de julho de 2009, o prazo para protocolização da documentação referente aos projetos desportivos ou paradesportivos iniciou-se dia 01 de fevereiro de 2010, considerando-se a data do protocolo ou da remessa constante do Aviso de Recebimento (AR).</p>
<p>Inúmeros projetos de investimento no esporte estão sendo tramitados e publicados no Diário Oficial da União. Além desta iniciativa esportiva, deve-se também existir uma parceria com o Ministério da Educação e Cultura, para que seja implantado, ou seja, aplicado com mais rigor, as atividades esportivas como disciplina que faça parte do currículo escolar de cada estudante.</p>
<p>Muitas crianças vão à escola em um turno e no oposto ficam ociosas. O que deve ser aproveitado é justamente este tempo livre para ensinar que o futuro de cada uma delas pode ser decidido através destas atividades, nas quais são consideradas, muitas vezes, sem importância.</p>
<p>Como foi citado anteriormente, Edílson, mais conhecido no mundo do futebol com Capetinha, foi estudante do CEES, e teve a oportunidade de encontrar nos momentos esportivos praticados na escola, como atividade obrigatória, o encontro com a profissão. Foi através do professor Paulo Gilberto, que Edílson lutou para conquista de seu sonho e, hoje é exemplo, não somente como jogador, mas como aluno que soube aproveitar cada momento oferecido pela escola e com incentivo do mestre Paulo.</p>
<p>Talvez, pelo fato do ensino brasileiro da década de 80 até os dias atuais vir passando por um processo de transição, em busca de novas alternativas pedagógicas que passam a radicalizar o analfabetismo no país, através de programas que sirvam como incentivo aos jovens e adultos na busca do saber formal. Mas, mesmo assim os resultados não têm sido satisfatórios pelos órgãos competentes. A evasão escolar ao longo da implantação dos programas tem apresentado resultados negativos, tornando-se desafiador para o professor, manter a permanência do aluno na escola. Dentro deste contexto <a href="http://www.efdeportes.com/efd112/esporte-educacao-e-inclusao-social.htm">sócio-cultural</a> existem vários fatores preponderantes que interferem na sua permanência escolar, devido à sobrecarga de trabalho extensivo: professores sem qualificação adequada ao programa para jovens e adultos que tem contribuído mais para a exclusão social do que para a formação educacional; a falta de competição esportiva entre as instituições; a falta de acompanhamentos dos pais junto à escola, devida o mercado de trabalho competitivo e cansativo.</p>
<p>A metodologia aplicada atualmente nas escolas em relação à educação e o esporte é totalmente inverso o que tinha há 20 anos. O Estado também tem responsabilidade em treinar, capacitar e oferecer meios para que os profissionais de educação física possam exercer suas atividades, proporcionando meios de conhecimento e de futuro profissionais para as crianças que vivem em comunidades consideradas carentes. A<a href="http://www.onu-brasil.org.br/view_news.php?id=5809"> Organização das Nações Unidas </a>tem como objetivo não somente utilizar o esporte como aliado para criação de novos campeões ou o desenvolvimento do esporte, como também na utilização do esporte como facilitador da participação, da inclusão e da cidadania, inserindo-o em atividades mais abrangentes do desenvolvimento e da construção da paz (ONU, 2003). </p>
<p>A elaboração do documentário enquanto produto para o TCC, utilizando o tema educação e esporte é um desafio a ser encarado, com objetivo em analisar o porque o CEES nos dias atuais não mais participa de campeonatos escolares e por qual motivo o Governo Estadual reduziu investimento para que os alunos possam ter mais interesse pelo esporte, como também os profissionais tenham interesse e prazer em ensinar seus conhecimentos. Este é o desafio deste trabalho.</p>
<p>Referências:<br />
Site do Ministério dos Esportes destacando a protocolização dos projetos esportivos e desportivos: <a href="http://www.esporte.gov.br/leiIncentivoEsporte/default.jsp">esporte.gov.br/leiIncentivoEsporte/default.jsp</a>, <a href="http://www.esporte.gov.br/segundotempo/como_participar.htm">esporte.gov.br/segundotempo/como_participar.htm</a></p>
<p>Matéria publicada no Jornal A Tarde informando que a Universidade do Estado ada Bahia (UNEB) seleciona profissionais de educação física para trabalho voluntário: <a href="http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=2238977">atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=2238977</a></p>
<p>Matéria que fala sobre a alfabetização e a educação de jovens e adultos: <a href="http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=202870">gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=202870</a></p>
<p>Matéria publicada no site do Senado destacando que em 10 anos todas as escolas terão bibliotecas nas instituição como obrigatoriedade: <a href="http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=%20100969&amp;codAplicativo=2">senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=%20100969&amp;codAplicativo=2</a></p>
<p><a href="http://emsergipe.globo.com/esporteemsergipe/?secao=visualizar&amp;id=38034">http://emsergipe.globo.com/esporteemsergipe/?secao=visualizar&amp;id=38034</a><br />
<a href="http://www.esporteeducacao.org.br/">http://www.esporteeducacao.org.br/</a><br />
<a href="http://www.onu-brasil.org.br/view_news.php?id=5809">http://www.onu-brasil.org.br/view_news.php?id=5809</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jornalistas comemoram, ainda sem diploma</title>
		<link>http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2010/04/14/jornalistas-comemoram-ainda-sem-diploma/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 18:57:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eliezer Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diploma]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse será o primeiro ano em que jornalistas vão celebrar o seu dia (07 de abril) depois da determinação do STF de não tornar obrigatório o diploma em curso superior de jornalismo para trabalhar como jornalista. O relator do recurso, ministro Gilmar Mendes, chegou a comparar a atividade jornalística com a de cozinheiro, sem observar a dimensão dos impactos causados por cada profissão.   ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em junho do ano passado, profissionais do campo jornalístico foram surpreendidos com a decisão do Supremo Tribunal Federal de não exigir mais o <a href="http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2009/06/17/ult5772u4370.jhtm">diploma de curso superior em jornalismo </a>para regulamentação da profissão de jornalista.</p>
<p>O Ministério Público Federal alegou que a atividade jornalística compromete a liberdade de expressão dos cidadãos comuns, prevista pela Constituição de 1988, argumento que foi duramente rebatido por jornalistas, questionando o teor dos conteúdos produzidos sem apuração e orientações técnicas e éticas.</p>
<p>O veredicto do Supremo trouxe vários temores à categoria. Além de perder o registro legal da profissão, os jornalistas temiam, por conseguinte, pela queda da qualidade de produção – já que agora qualquer pessoa pode se assumir como jornalista -, pela redução acentuada da remuneração e pela falta de novos aspirantes ao estudo na área.</p>
<p>Mas, parece que a decisão do STF não vingou. Alguns dos grandes veículos de comunicação do país se posicionaram na contramão, contratando apenas jornalistas diplomados.</p>
<p>Rodrigo Tardio, estudante de jornalismo do 7° semestre, diz que perdeu estímulo pelo curso quando soube da desagradável notícia do Supremo, mas garante que foi “confortado” ao saber que as empresas de comunicação não mudaram o rigor na contratação.      </p>
<p>Essa postura ajudou a combater a idéia de que, sem a obrigatoriedade do diploma para atuar como jornalista, as escolas de jornalismo iriam à falência, sem novos estudantes.</p>
<p>“O curso não existia por causa da exigência do diploma, mas sim por uma requisição do mercado”, afirma Derval Gramacho, coordenador do curso de Comunicação Social da Faculdade 2 de Julho. Ele diz que, depois da decisão de STF, houve um crescimento no número de novos estudantes e esclarece que “a lei nunca foi impedimento para que alguém atuasse em veículos de comunicação”.</p>
<p><strong><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,entenda-a-discussao-no-stf-sobre-o-diploma-de-jornalista,388866,0.htm">Entenda o processo de discussão sobre o diploma</a></strong></p>
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		<title>Escreva Sobre o que Joga</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 22:13:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Bragança</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[free-lancer]]></category>
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		<category><![CDATA[jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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		<category><![CDATA[wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos jovens que gostam de games querem cursar jornalismo, visando trabalhar em alguma revita do ramo. Contudo, ser jornalista de games é satisfatório?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">O vídeo game já pode ser considerado uma mídia de comunicação, tendo em vista, a forma comercial como ele é tratado. Esse mercado cresce tanto, que profissionais da área de comunicação, mais especificamente jornalistas, criaram revistas, páginas na internet e até programas de televisão voltados para o publico que consume games.<br />
Alguns dos jogadores de vídeo game buscam a área de comunicação para escrever sobre seu hobby, sendo que, alguns deles, conseguiram realizar esse desejo, chegando a trabalhar em grandes editoras. Por isso, levanta-se a questão: Eles estão satisfeitos com seu trabalho no atual mercado, agora que realizaram o seu sonho? Estão ganhando o suficiente?<br />
Para essa pesquisa foram entrevistados 30 profissionais do ramo de jornalismo de games, sejam com free-lancer, indivíduos com carteira assinada, ou autônomos que possuem alguma página na rede online. No qual foi constatado que:</p>
<p style="text-align: left">
- <strong>50%</strong> do total de entrevistados são contratados (com carteira assinada ou passando nota fiscal) e tem obrigações fixas com alguma empresa;<br />
- Já <strong>33%</strong> do total de entrevistados são free-lancers e colaboram para um ou diversos veículos (revistas e sites, basicamente, salvo exceções raras), mas sem vínculos fixos;<br />
- O <strong>17%</strong> restante é formado por empreendedores, ou seja, comandam negócio próprio, de onde tiram seus rendimentos. Vale dizer que a totalidade desses empreendedores investe unicamente na internet.<br />
- Daqueles que se declararam contratados, <strong>54%</strong> possuem carteira assinada. <strong>46%</strong> emitem nota fiscal ou assinam recibo (ou CCDA).<br />
- Ainda sobre os que se declaram contratados: quase a metade trabalha exclusivamente com a internet (<strong>46%</strong>); a outra parcela (<strong>40%</strong>) é funcionário de editoras e produzem revistas (na maioria) e sites; uma fatia pequena (<strong>14%</strong>) aplica seus conhecimentos em mídias diversas (TV, rádio).</p>
<p style="text-align: left">
                                                                                    (dados coletados do site <a href="http://colunistas.ig.com.br/gamerbr/" target="_blank">gamer.br</a>)</p>
<p style="text-align: left">
Diante desses números qual é a porcentagem de profissionais que acham ganhar de acordo com o que trabalha?<br />
47% dos jornalistas dizem que poderiam ganhar mais, enquanto 33% afirmam não receber o proporcional ao trabalho que fazem. Somente 20% julgam ter um valor de acordo com o que lhes é cobrado.<br />
A grande maioria dos insatisfeitos está entre os empreendedores (60%), pois precisam dedicar muito tempo e preocupação em diversos setores de seu negócio, em quanto os outros 40% afirma que poderiam ganhar mais. O quadro muda quanto aos contratados, seja com carteira assinada ou que emitem notas fiscais. A maioria deles (75%) falam que poderiam ter um aumento salarial, os outros 25% dizem não ganhar o suficiente. Serve de alerta aos jornalistas que buscam atual nesta área, a informação que, entre os empregados, nenhum se demonstrou satisfeito com o atual salário, o que preocupa qualquer um que visa ingressar no ramo.</p>
<p style="text-align: left">Curiosamente, os que acham ganhar de acordo com o trabalho são os free-lancers, um total de 40% de satisfeitos. Apenas 10% deles afirmou completa insatisfação com o que recebem em pequenos trabalhos. Erik Araki, redator da herói, afirma não se surpreender com a grande satisfação dos free-lancers, pois geralmente, seu perfil é de um estudante que pode dedicar muito tempo para fazer esses trabalhos, tendo o luxo de ganhar um trocado escrevendo sobre o que gosta. No entanto, quando se fala de trabalhar pelo ganha-pão, o que se ganha pelo frilas é muito pouco, ajudando apenas a cobrir algumas despesas.<br />
Em alguns trabalhos sem vinculo empregatício, surge o problema quanto aos prazos e despesas. Fabio Santana, do site <a href="http://gamerlifestyle.wordpress.com/" target="_blank">Gamer Lifestyle</a>, relata como o prazo, vilão de todo jornalista, prejudica os profissionais, que dispões de pouco tempo</p>
<div id="attachment_297" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/12/game_journalist1.jpg"><img class="size-full wp-image-297" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/12/game_journalist1.jpg" alt="Pouco tempo para jogar e escrever..." width="300" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">Pouco tempo para jogar e escrever...</p></div>
<p> para analisar um jogo, sendo possível apenas formar uma opinião, não detalhada, sobre ele. As empresas nem mesmo fornecem o material para análise prévia, precisando esperar o lançamento para adquirir o jogo, atrasando o processo. Isso cria uma despesa extra para o free-lancer, diminuindo sua margem de lucro. Se por exemplo, ele ganha R$100,00 reais para fazer a análise, gastará outros R$60,00 para comprar o game.<br />
Devido a tantos percalços e problemas na profissão de jornalista de games, que você deve pensar duas vezes antes de ingressar nessa profissão, pois não se trabalha para ganhar muito dinheiro e glamour, você estará neste ramo porque gosta. Se nada disso te desanimou, comece com alguma página na internet, utilizando o <a href="http://www.blogger.com" target="_blank">blogger</a> ou <a href="http://www.wordpress.com" target="_blank">wordpress</a>, por exemplo, ou contribua para algum site, pelo menos para ter a prática ou construir a sua própria network (rede de contatos para trabalho).</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Manifesto em prol do diploma reune estudantes e jornalistas na reitoria da UFBA</title>
		<link>http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2009/11/24/manifesto-em-prol-do-diploma-reune-estudantes-e-jornalistas-na-reitoria-da-ufba/</link>
		<comments>http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2009/11/24/manifesto-em-prol-do-diploma-reune-estudantes-e-jornalistas-na-reitoria-da-ufba/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 23:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Martha Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Diploma]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Selo Azul]]></category>

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		<description><![CDATA[A Manifestação em prol da campanha criada pelo jornalista Ipojucã Cabral em defesa do diploma para o exercício da profissão de Jornalista aconteceu hoje (24) pela manhã na Reitoria da Universidade Federal da Bahia - UFBA. Estiveram presentes, estudantes, profissionais e representantes de entidades civis. O maior apelo dos estudantes foi pela aprovação amanhã (25) da PEC dos jornalistas pelos senadores integrantes da comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left">
<dl>
<dt><a rel="attachment wp-att-261" href="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2009/11/24/manifesto-em-prol-do-diploma-reune-estudantes-e-jornalistas-na-reitoria-da-ufba/reuniao-de-estudantes-3/"><img class="size-full wp-image-261" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/11/REUNIÃO-DE-ESTUDANTES2.jpg" alt="FOTO: SITE BAHIA NOTÍCIAS" width="314" height="235" /></a></dt>
<dd>FOTO: SITE BAHIA NOTÍCIAS</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: left">Com o lema “Jornalismo de Credibilidade tem Diploma”, aconteceu hoje (24) na Reitoria da Universidade Federal da Bahia &#8211; UFBA , a manifestação em prol da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista, que contou com a participação de estudantes, profissionais de comunicação e representantes de entidades civis. O jornalista Ipojucã Cabral, diretor da Associação Baiana de Imprensa – ABI e atual Assessor Especial da Secretaria Municipal da Comunicação Social esteve na Faculdade 2 de Julho, a convite do professor Chico Araújo para falar sobre o movimento e convidar os estudantes para participar da manifestação. O objetivo é fazer com que as empresas que contratarem profissionais graduados recebam um selo, o “Selo Azul” e a bandeira do movimento de valorização da profissão. A ideia surgiu após o Supremo Tribunal Federal (STF), considerar desnecessária a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista.<br />
Cabral pretende mobilizar empresas, estudantes, profissionais, o Congresso Nacional e a sociedade civil. Em entrevista concedida ao site Bahia Notícias, Ipojucã explicou a necessidade de lutar pela valorização da profissão. “Não há incongruência, não há incompatibilidade entre a exigência do diploma para o exercício do jornalismo e o princípio constitucional da liberdade de expressão. Qualquer cidadão brasileiro pode manifestar sua opinião e pensamento livremente através dos veículos de comunicação. Mas o exercício cotidiano do jornalismo, este sim, deve ser feito por profissionais com nível superior, portanto, com diploma”.<br />
A PEC dos jornalistas &#8211; Proposta de Emenda à Constituição foi analisada na quarta –feira (21) e será votada amanhã (25) pelos senadores integrantes da comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ). A aprovação da PEC foi um dos apelos dos estudantes que participaram hoje da manifestação na reitoria.</p>
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