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	<title>Folha Salvador</title>
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		<title>Atrasos ameaçam Copa do Mundo no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 23:37:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Martim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A copa do mundo acontece em 2014, o que deveria ser motivo para obras de mobilidade urbana e estádios estarem bastante avançadas, mas não é o que anda acontecendo nas principais capitais brasileiras. Os atrasos nas obras e a falta de realização delas em algumas capitais, vem assustando a população e autoridades.
Segundo a Comissão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">A copa do mundo acontece em 2014, o que deveria ser motivo para obras de mobilidade urbana e estádios estarem bastante avançadas, mas não é o que anda acontecendo nas principais capitais brasileiras. Os atrasos nas obras e a falta de realização delas em algumas capitais, vem assustando a população e autoridades.</p>
<p style="text-align: left;">Segundo a Comissão de Desenvolvimento Urbano ( CDU), só 5% das obras da Copa foram realizadas, dado muito irrisório pelo pouco tempo que falta para o mundial. Em Brasília, Cuiabá, Fortaleza, Salvador e São Paulo por exemplo, os projetos de mobilidade urbana ainda não começaram efetivamente, o que tem gerado principalmente em Salvador debates calorosos a respeito do novo sistema de transporte, o BRT que ainda não saiu do papel.</p>
<p style="text-align: left;">A estudante Maíra Oliveira, estudante de direito da Faculdade 2 de Julho, acredita que esses atrasos, além de prejudicar a imagem do Brasil lá fora, vão gerar muita corrupção &#8220;Criou uma euforia no país quando o Brasil foi escolhido para sede da Copa do Mundo, mas o país nunca demonstrou uma estrutura para receber um evento desse grande parte, com a corrupção se fazendo presente em vários setores&#8221; disse a estudante.</p>
<p style="text-align: left;">A CDU também informa que 12 bilhões foram destinados para as obras de infraestrutura e transporte para Copa do Mundo de 2014, mas em algun cidades a execução não chega a 1%. Apesar dos atrasos, os estádios estão com 22% do total proposto e executado, a situação preocupa o deputado Domingos Neto (PSB-CE) que considera os atrasos alarmantes, como as 34 obras previstas na primeira matriz, firmada em 2010 (79%) tiveram o cronograma atrasados.</p>
<p style="text-align: left;">A população ainda continua descrente que as obras vão ser finalizadas a tempo do mundial, em ano de eleição, os atrasos e promessas vão ser esfregados na cara do país, que parece não saber organizar grandes eventos. Seríamos inúteis como diz a música do grupo Ultraje a Rigor?</p>
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		<title>Adoçante em excesso pode ser um risco à saúde</title>
		<link>http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2012/05/11/adocante-em-excesso-pode-ser-um-risco-a-saude/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 23:39:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leto Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bem estar]]></category>

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		<description><![CDATA[Leto Vieira
Um grande número de pessoas evita o açúcar e passa a fazer uso de adoçantes dietéticos por conta própria, sem qualquer orientação profissional. Isso é um erro que pode significar sérios riscos à saúde. Embora a maioria das pesquisas sobre adoçantes dietéticos ainda não sejam conclusivas, há suspeitas de que o consumo sem controle [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leto Vieira</p>
<p>Um grande número de pessoas evita o açúcar e passa a fazer uso de adoçantes dietéticos por conta própria, sem qualquer orientação profissional. Isso é um erro que pode significar sérios riscos à saúde. Embora a maioria das pesquisas sobre adoçantes dietéticos ainda não sejam conclusivas, há suspeitas de que o consumo sem controle dessas substâncias pode estar relacionado a alguns casos de câncer e problemas vasculares.</p>
<p>A funcionária pública Nete Souza resolveu começar a tomar adoçantes há alguns anos para ficar em dia com a balança. Ela não sabe dizer qual substância dietética usa, mas afirma não se importar com isso. “Nunca me preocupei em ir ao médico para saber se poderia usar adoçantes ou não. Acho que o açúcar é pior para a saúde, mais calórico. O adoçante é uma das minhas opções para manter a forma.”</p>
<p>Os adoçantes dietéticos (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ado%C3%A7ante" target="_blank">edulcorantes</a>) possuem um sabor extremamente doce, capaz de adoçar muito mais que o próprio açúcar. “O uso normalmente é recomendado por médicos ou nutricionistas para dietas destinadas a pessoas com <a href="http://www.diabetes.org.br/para-o-publico/tudo-sobre-diabetes" target="_blank">diabetes</a>, obesidade e àquelas que apresentam resistência à insulina (hormônio que regula a glicose no sangue). Esta resistência se dá por sobrecarga ao organismo, pelo alto consumo de açúcares simples como doces, massas brancas, refrigerantes levando a erros no metabolismo da glicose”. É o que explica a nutricionista Nely Marques.</p>
<p><strong>Veja a quantidade máxima diária indicada para o consumo de adoçantes:</strong></p>
<table width="397" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>Edulcorante</strong></p>
</td>
<td width="212">
<p align="center"><strong>Consumo máximo ao dia</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>Sacarina</td>
<td width="212">5,0 mg / kg de peso</td>
</tr>
<tr>
<td>Ciclamato</td>
<td width="212">7,0 mg / kg de peso</td>
</tr>
<tr>
<td>Aspartame</td>
<td width="212">40,0 mg / kg de peso</td>
</tr>
<tr>
<td>Steviosídeo</td>
<td width="212">5,5 mg / kg de peso</td>
</tr>
<tr>
<td>Acesulfame K</td>
<td width="212">15,0 mg / kg de peso</td>
</tr>
<tr>
<td>Sucralose</td>
<td width="212">5,0 mg / kg de peso</td>
</tr>
<tr>
<td>Xilitol, Manitol, Sorbitol</td>
<td width="212">15,0 mg / kg de peso</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao contrário do que se pensa, algumas dessas substâncias podem engordar, pois existem adoçantes calóricos ou não calóricos e também naturais ou artificiais. Por isso, é importante a leitura dos rótulos para a melhor escolha do alimento a ser consumido, o mesmo acontecendo  com os adoçantes, para saber quais substâncias são encontradas em sua composição.</p>
<p>Alguns adoçantes são até impróprios para pessoas que possuem determinadas doenças, entre elas, a fenilcetonuria (não pode ingerir fenilalanina, encontrada no adoçante a base de aspartame) e a  hipertensão severa (não deve usar o ciclamato,  pois o sódio em nível elevado em sua formulação aumenta a pressão arterial) que é de difícil controle. O ciclamato, do mesmo modo que a sacarina tem, inclusive, o uso proibido ou limitado em alguns países.</p>
<p>Na dúvida de como fazer o uso adequado do adoçante,  a nutricionista Nely Marques lembra que alguns alimentos já possuem seu adoçante natural como as frutas, os sucos das frutas e os cereais que contém frutose, não necessitando, portanto, de adição de substâncias para adoçá-los. O aconselhável é se acostumar ao sabor natural dos alimentos.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Identidade por Mônica Anjos</title>
		<link>http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2012/05/11/identidade-por-monica-anjos/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 23:33:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexandromota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[As roupas brancas trabalhadas em rendas e as batas com design totalmente diferenciado que lembram religiosidade e cultura afro podem até parecer um clichê se estivermos falando de moda feita na Bahia. Mas para a estilista Mônica Anjos, isso é moda com identidade.
Compor os tecidos, os cortes, as influências das diversas culturas presentes na Bahia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As roupas brancas trabalhadas em rendas e as batas com design totalmente diferenciado que lembram religiosidade e cultura afro podem até parecer um clichê se estivermos falando de moda feita na Bahia. Mas para a estilista Mônica Anjos, isso é moda com identidade.</p>
<p>Compor os tecidos, os cortes, as influências das diversas culturas presentes na Bahia é tarefa não só para quem conhece muito bem a cultura regional, mas para quem estuda a moda e o povo. “Tenho uma referência muito grande em pesquisar a história da moda, as culturas, e isso aparece muito forte na identidade do meu trabalho”, conta Mônica.<br />
Já chegou a usar 24 metros de godê para fazer um vestido! O branco é adorado pela estilista. “Esta última coleção foi muito influenciada pela Festa da Boa Morte, uma festa lindíssima, e foi de lá que eu trouxe a referência para explorar o branco, que está em 70% das peças, e também o Camisu de Criola, que é lindíssimo”. Quanto aos panos, Mônica tem intimidade com o algodão, a seda e as rendas. Todos servem de base para os bordados em richelieu (bordado que faz efeito vazado no tecido) e o patchwork (técnicas de unir tecidos e formar novas estampas).</p>
<p>Mônica estuda as tendências para a moda em 2012 e aposta no nude e no branco, e nas peças de algodão, e nos vestidos longos para o verão super quente que vem por aí. Quem veste sua marca, segundo ela, veste uma pele carregada de referências, cultura, pesquisa e, claro, identidade. “Nós temos muitas pessoas que fazem moda com seriedade aqui na Bahia e isso me fortalece para fazer um trabalho forte, com personalidade e identidade regional. Antes, quando se falava em moda regional, era uma coisa muito sul, muito fora, nada da Bahia. Hoje, após dez anos de trabalho, eu posso dizer que faço um trabalho regional, forte”.</p>
<p>Mais detalhes:<br />
<a href="http://monicaanjos.blogspot.com/"> Blog de Mônica Anjos</a><br />
Você curte moda?</p>
<p>Então leia:<br />
- Coleção Moda Brasileira – Volumes. Editora Cosac Naify<br />
- Moda E Linguagem, de Kathia Castilho. Editora Anhembi Morumbi</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A peleja do povo nordestino</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 23:26:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vivi.cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Headline]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Viviane Cruz

Aprender a conviver com a seca, que sempre volta a castigar o povo nordestino é o grande desafio enfrentado a cada período de estiagem. A agropecuária baiana atualmente é um dos setores que aquecem a economia do estado, com tecnologias cada vez mais avançadas, e contrário a esse cenário está a ação vagarosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Viviane Cruz</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.carlosbritto.com/wp-content/uploads/2012/05/00002131_1_20120410141054_mapa-bahia.seca1_.jpg" alt="" width="331" height="217" /></p>
<p>Aprender a conviver com a seca, que sempre volta a castigar o povo nordestino é o grande desafio enfrentado a cada período de estiagem. A agropecuária baiana atualmente é um dos setores que aquecem a economia do estado, com tecnologias cada vez mais avançadas, e contrário a esse cenário está a ação vagarosa do poder público em minimizar os efeitos da seca e dar condições à população para resistir ao período, que afeta o semiárido baiano todos os anos.</p>
<p>De acordo com a Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia (FAEB), no estado, das 4,5 milhões de pessoas que vivem no campo, a maior população rural do Brasil, três milhões estão na área atingida pela seca, que nas décadas mais recentes apresentam intensidade cada vez maior.</p>
<p>As políticas de combate a seca só são discutidas no ápice do problema, e as ações a longo prazo caem no esquecimento do povo que respira aliviado e se conforma diante da adoção das medidas paliativas pelo poder público. Em seu discurso de posse o governador Jaques Wagner nomeou o semiárido baiano como prioridade de governo, mas até os dias atuais não foi feita nenhuma obra de infraestrutura hídrica na região. O poeta do sertão Luiz Gonzaga já deflagrava na canção Vozes do Sertão que, “uma esmola a um homem que é são ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão”, os programas como o auxílio à seca como bolsa estiagem, não resolvem o problema da seca, apenas desviam as pessoas da verdadeira resolução.</p>
<p>A estiagem mexe com a estrutura socioeconômica de todo o estado, além de atingir diretamente as famílias que vivem do campo. O consumidor sente no bolso a insuficiência dos alimentos. Produtos como feijão, carne e leite já apresentam alta significativa de preço.</p>
<p>Além da degradação da mata por conta das altas temperaturas e a falta de chuvas, o bioma sofre principalmente com as ações devastadoras do homem. De acordo com o pesquisador da Embrapa Semiárido, Tony Jarbas Ferreira Cunha “Existem grandes manchas de desertificação onde não se nasce mais nenhuma espécie de vegetal e uma vez instalado o deserto, acabou-se a vida”.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Continuar é necessário !</title>
		<link>http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2012/05/11/continuar-e-necessario/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 23:18:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alessandra nascif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Alessandra Nascif

Na matéria anterior em nosso caderno, falamos sobre o Poder Legislátivo em seus direitos e deveres, juntamente com o de cada cidadão soteropolitano. No caderno Cidade de hoje daremos continuação ao assunto, abordando o Poder Executivo com o mesmo contexto e pauta:
O Poder Executivo de determinado município é exercido pelo Prefeito, que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por Alessandra Nascif</p>
<p><a href="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2012/05/images7.jpg"><img class="alignright" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2012/05/images7.jpg" alt="" width="228" height="88" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Na matéria anterior em nosso caderno, falamos sobre o Poder Legislátivo em seus direitos e deveres, juntamente com o de cada cidadão soteropolitano. No caderno Cidade de hoje daremos continuação ao assunto, abordando o Poder Executivo com o mesmo contexto e pauta:</p>
<p style="text-align: justify;">O Poder Executivo de determinado município é exercido pelo Prefeito, que é investido de funções políticas, executivas e administrativas, sendo que este poder deverá ser auxiliado por seus assessores especiais ou secretários municipais, como de Saúde, Fazenda e Economia, Serviços Públicos, Casa Civil entre outros. O  Prefeito e o Vice-Prefeito são eleitos em conjunto de forma simultânea para um mandato de quatro anos, serão escolhidos pela população local em eleição direta, por sufrágio universal e secreto, até noventa dias antes do término do mandato do seu antecessor, dentre brasileiros maiores de vinte e um anos, e no exercício dos seus direitos políticos.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo que irá registrar a candidatura, eleição, posse e investidura do Prefeito e do Vice &#8211; Prefeito serão definidos pela Justiça Eleitoral, é através de tal processo que se saberá quem será considerado eleito, tomará posse o candidato que obtiver maioria absoluta de votos. A Prefeitura será o local de trabalho do novo prefeito e vice-prefeito, pelos próximos quatro anos. Este órgão é a unidade central da estrutura administrativa e atua através de seus agentes pelos quais o município responde administrativa e civilmente. Em quaisquer casos de violação dos direitos e deveres, é a prefeitura, a sede do poder executivo de determinado município que é responsável.</p>
<p style="text-align: justify;">O prefeito é o Chefe do poder Executivo Municipal, ele é o Agente Político, dirigente máximo da Prefeitura e do Município, e, portanto possui atribuições governamentais e administrativas. Ele não fica submisso a qualquer autoridade, pois, se sujeita somente ao controle da Câmara e às Leis do Estado e da União, deve exercer suas funções com plena liberdade, nos limites da competência funcional que lhe é atribuída e da autonomia municipal, não podendo desta forma admitir ingerência de autoridades federais ou estaduais.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante saber as principais atribuições do Executivo:</p>
<ol>
<li>A lei de responsabilidade civil no município e seus conceitos básicos de administração pública:</li>
<li>Planejamento e orçamento público:</li>
<li>Receita pública</li>
<li>Despesa pública</li>
<li>Contabilidade pública</li>
<li>Administração direta e indireta</li>
<li>A fiscalização e as punições sofridas pelo agente político ;</li>
<li>O tribunal de contas e a fiscalização da lei de responsabilidade fiscal:</li>
<li>Penalidades pela superação dos limites de gastos de pessoal:</li>
<li><span style="text-align: justify;">Penalidade por uso da máquina para fins pessoais;</span></li>
</ol>
<ul>
<li>Limites das despesas de seguridade social e Crimes contra as finanças públicas</li>
<li>A lei de responsabilidade fiscal e o contabilista (O papel do contador):</li>
<li>Evitar déficits, reduzir dívidas, os grandes objetivos da lei de responsabilidade fiscal &#8211; lrf</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Principais direitos e deveres da população para com o Executivo:<br />
Dever de pagar imposto;<br />
Segundo a Constituição, segue algumas considerações importantes:<br />
“Dos Princípios Fundamentais, Parágrafo Único. «Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição».<br />
Em seguida, Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos (Artigo 5º) XXXIII &#8211; «Todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado” (Direito eleitoral).</p>
<p style="text-align: justify;">A consciência política é a melhor trincheira e artilharia do eleitor antes do ato de depositar o seu voto na urna eleitoral. A população brasileira tem o dever de votar em seus representantes e o dever de cobrar os serviços do Executivo e do Legislativo, que devem ser, obrigatoriamente em benefício da população, dos próprios eleitores, contribuintes, que pagam os salários dos políticos. Defende – se a tese de que o político eleito, no prazo de dois anos seja avaliado sob o seu desenvolvimento parlamentar. Através da imprensa e da Internet, o Executivo e o Legislativo, devem a cada trimestre publicar suas prestações de contas à população e, através e por intermédio da opinião pública com a sociedade organizada, decidir se esse ou aquele parlamentar deve prosseguir no seu mandato. Caso o parlamentar não seja aprovado em seu trabalho durante os dois anos, assume, imediatamente, o suplente.</p>
<p style="text-align: justify;">Em pesquisa realizada pelo IBOPE no pleito eleitoral de 2008, ficou constatado que 99% da população não sabem ou não se interessam por questões políticas envolvendo reivindicações populares inclusive no que se refere a direitos e deveres de cada cidadão, seja antes ou depois de eleger o seu candidato.</p>
<p style="text-align: justify;">Em suma, estamos em ano de eleição para prefeitos, vices e vereadores, concluo essa materia, muito satisfeita em ter tomado consciência de todos os atos que tais figuras políticas devem seguir para que suas candidaturas sejam livres de escândalos e corrupções. Eu como todos os leitores, farei a minha parte, votando na figura política que julgo mais eficiente e competente para cumprir todas as atribuições que lhe são impostas tanto pela Constituição Federal, como pela constituição da Bahia e pela nossa lei orgânica.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Um jornalismo sem Educação</title>
		<link>http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2012/05/11/um-jornalismo-sem-educacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 23:06:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jjss</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>

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		<description><![CDATA[No exercício do Jornalismo somos orientados, por critérios propedêuticos e associativos, (ou pelo menos deveríamos) a nos atermos aos artigos que regem a Declaração Universal dos Direitos Humanos, tal como os pré-requisitos extraídos do Código de Ética do Jornalismo, de modo a resguardar para aqueles que os seguem, um bom e saudável exercício da profissão. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No exercício do Jornalismo somos orientados, por critérios propedêuticos e associativos, (ou pelo menos deveríamos) a nos atermos aos artigos que regem a Declaração Universal dos Direitos Humanos, tal como os pré-requisitos extraídos do Código de Ética do Jornalismo, de modo a resguardar para aqueles que os seguem, um bom e saudável exercício da profissão. Porém, quando não conseguimos atingir tal propósito e nos colocamos a disposição de interesses dúbios, a denominação “espectro de jornalista” será, infelizmente, bem colocada.</p>
<p>É partindo desta premissa, que ao assistir uma matéria do programa Na Mira, exibido na última segunda (13) pela Tv Aratu, na qual uma equipe de reportagem da casa presenciava um assalto ao cidadão que passava a noite pela Rua Carlos Gomes, e negara socorro só para poder gravar e exibir posteriormente tal material, nós tornamos cônscios da forma como se conduz o jornalismo e seu profissional na contemporaneidade.</p>
<p>Neste fato, o protagonista e o antagonista são a mesma pessoa &#8211; o jornalista &#8211; que conseguira desta maneira dar uma “pedrada” nas “vidraças” que circundam respectivamente, O Código de Ética do Jornalismo:<br />
Artigo 9º &#8211; Respeitar o direito à intimidade, à privacidade, à honra e à imagem do cidadão. Bem como A Declaração dos</p>
<p>Direitos Humanos:<br />
Artigo XII &#8211; Ninguém será sujeito a interferências na sua vida privada, na sua família, no seu lar ou na sua correspondência, nem a ataques à sua honra e reputação. Toda pessoa tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques.</p>
<p>Isso posto, é necessário que façamos, sobretudo, uma profunda reflexão e elucidação acerca do jornalismo contemporâneo, a fim de que possamos desmistificar os fatos e traduzi-los para sociedade, sem nos afastarmos dos princípios éticos, que norteiam o ofício do comunicador social.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O cinema de Olney São Paulo</title>
		<link>http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2012/05/11/o-cinema-de-olney-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 23:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosangela Patrocinio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Rosângela Patrocínio
O cinema de Olney São Paulo inspira desejo e liberdade. No sertão cinzento onde nasceu e nas metrópoles da sua juventude, Rio de Janeiro e Salvador, criou um cinema que buscava liberdade através da representação da ditadura militar.
Construiu um caminho, no cinema, que denunciou a pobreza, a estiagem que matou pessoas no sertão, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><a href="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2012/05/FOTO-Olney-Sao-Paulo-293x300.jpg"><img class="alignleft  wp-image-3886" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2012/05/FOTO-Olney-Sao-Paulo-293x300.jpg" alt="" width="293" height="300" /></a>Rosângela Patrocínio</p>
<p>O cinema de Olney São Paulo inspira desejo e liberdade. No sertão cinzento onde nasceu e nas metrópoles da sua juventude, Rio de Janeiro e Salvador, criou um cinema que buscava liberdade através da representação da ditadura militar.</p>
<p>Construiu um caminho, no cinema, que denunciou a pobreza, a estiagem que matou pessoas no sertão, e o autoritarismo do sistema vigente na época sessentista; que falava do social com arte, sentimento, e talento.</p>
<p><a href="http://vimeo.com/10798409">Manha Cinzenta,</a> seu média metragem de 1969. Explora a crítica engajada, tendo como locação um país imaginário da América Latina, massacrado por um regime ditatorial onde a classe estudantil é mostrada como força revolucionária. O filme foi premiado no Festival de Obenhausen, na Alemanha.</p>
<p>Morto aos 41 anos, em 1978, o cineasta deixou dois longas-metragens importantíssimos para o cinema baiano: O Grita da Terra, de 1964, e o Forte, de 1974. O Grito da Terra aborda as questões da Reforma Agrária, nunca resolvidas no Brasil. O Forte, inspirado no romance de Adonias filho, é o olhar sobre a destruição do Forte de São Marcelo.</p>
<p>Sociedade, pessoas e sentimentos eram a mesma coisa para o cineasta.</p>
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		<title>Vozes na Chapada</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 22:54:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kleo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O “Festival Vozes na Chapada” teve sua primeira em edição em 2009, desde então, sem nenhum cunho competitivo, e ao longo desses quatro anos tem proporcionado à região um evento cultural regular que interage com a grandeza do complexo histórico-geológico do Parque Nacional da Chapada Diamantina.
O festival será realizado no período de 2 a 4 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O “Festival Vozes na Chapada” teve sua primeira em edição em 2009, desde então, sem nenhum cunho competitivo, e ao longo desses quatro anos tem proporcionado à região um evento cultural regular que interage com a grandeza do complexo histórico-geológico do Parque Nacional da Chapada Diamantina.</p>
<p>O festival será realizado no período de 2 a 4 de agosto de 2012, na cidade de Mucugê-Ba, com concertos na Câmara Municipal de Mucugê, na Igreja Matriz Santa Isabel e na Praça dos Garimpeiros.</p>
<p>Além das apresentações oficiais, o evento contará com exibições paralelas e atividades eco-culturais no sítio ecológico do Projeto Sempre Viva, excursões geo-ecológicas pela região do Parque Nacional, oficinas de técnica vocal especializada, roteiro turístico-cultural, noite de Queijos e Vinhos e no último dia do festival a passeata dos cantores com a Filarmônica de Mucugê , quando acontecerá o grande concerto de encerramento do Festival Vozes da Chapada – descreve Ângela Pina (52) diretora administrativa e financeira do Festival.</p>
<p>O Maestro Magno Aguiar (51) que rege o Coral Irdeb, participou da primeira edição do Festival – “ É um acontecimento inexplicável, o canto se integra não só com o urbano mas com tudo que a natureza pode nos proporcionar. A beleza e exuberância da Chapada Diamantina tem o encanto de oferecer essa harmonização”.</p>
<p>Esta 4º edição do Festival, terá a participação de corais de Maceió, Aracajú, Equador, Salvador e demais cidade do interior da Bahia. Treze corais, mais de 400 vozes, estarão numa sinfônica harmonia com o viço da natureza.<br />
O canto coral surgiu entre os séculos VII e VIII, mas só atingiu o seu apogeu no século XIII. No século XIX, o canto coral passa a ser disciplina obrigatória nas escolas de Paris. Hoje esse canto se espalha por todo o planeta, em encontros, festivais e em tantos outros eventos.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=LKGbgjKseQk">Veja vídeo com a apresentação de 2011</a></p>
<p>Praça dos Garimpeiros (Mucugê-Ba) foto</p>
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		<title>Registrar os momentos do seu dia-dia, nunca foi tão fácil.</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 22:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adamvidal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Adam Vidal
Foi-se o tempo em que tirar uma foto era raro. Registrar um momento custava caro e era muito cansativo. O fotógrafo demorava horas para poder registrar uma situação, pois a química para obter uma imagem era muito difícil e tinha todo um cuidado e atenção para a luz não entrar, ou para o flash [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Adam Vidal</em></p>
<p><a href="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2012/05/tirando-foto-do-celular.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3911" title="tirando-foto-do-celular" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2012/05/tirando-foto-do-celular-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Foi-se o tempo em que tirar uma foto era raro. Registrar um momento custava caro e era muito cansativo. O fotógrafo demorava horas para poder registrar uma situação, pois a química para obter uma imagem era muito difícil e tinha todo um cuidado e atenção para a luz não entrar, ou para o flash não explodir.</p>
<p>Mas os anos foram passando e a tecnologia foi avançando, e hoje em dia a facilidade de registrar um momento nunca foi tanta, pois existem máquinas fotográficas digitais e celulares em quantidade e de qualidade. A máquina digital não necessita de filme, ela consegue armazenar mais de 200 fotos, e se caso com o chip de memória se obtém mais imagens para guardar. Essas máquinas são portáteis com variados tamanhos, e de todo peso. A compra do equipamento já foi um investimento muito elevado e caro, que custava na faixa de 500 reais. Mais é claro que a máquina fotográfica acoplada no celular é de baixa qualidade, mas o importante é registrar o momento com rapidez. Hoje em dia é muito difícil proibir as fotos, em museus, ou casamentos de príncipes, de cenas de artistas famosos, como por exemplo, as fotos de Carolina Dieckmann, o video de Cicareli e de inúmeros videos que caem na net. Não há como correr dessa tecnologia, onde você estiver está sujeito a que tirem sua foto ou que façam um vídeo.</p>
<p>A estudante de jornalismo do 6° semestre Paula Edite Maia 24 anos, fala “Adoro tirar fotos, passo o dia todo registrando todos os momentos que me agradam, tenho duas máquinas comigo, a do meu celular e uma digital que não desgrudo, por dia tiro mais de 50 fotos, e coloco em meu computador, e posto no meu <a href="http://www.facebook.com">Facebook</a>”.</p>
<p>A fotografia era muito importante, e só era usada para registrar aniversários, festas, eventos, e situações especiais. Tirar foto era motivo de caprichar na maquiagem, ajeitar o cabelo, arrumar a roupa mais bonita, e demorava horas para poder ver seu retrato. Mais isso tudo mudou, hoje registra uma situação de seu agrado é muito fácil, é só clicar e pronto.</p>
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		<title>&#8220;Invisíveis&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 22:33:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Aguiar Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Costureira]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Informal]]></category>
		<category><![CDATA[Informalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Reparos em Calçados]]></category>
		<category><![CDATA[Reparos em Roupas]]></category>
		<category><![CDATA[Sapateiro]]></category>
		<category><![CDATA[Vestidos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: João Aguiar Neto
“Atualmente as pessoas não consertam mais sapatos, preferem comprar um novo na loja”, é com esta frase que “Seu” Antônio das Mercês Santos, começa a entrevista com sinais de preocupação.  Na opinião dele, as pessoas não tratam mais os seus calçados com o carinho que as gerações passadas tratavam. Preferem comprar outro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: <strong>João Aguiar Neto</strong></p>
<p>“Atualmente as pessoas não consertam mais sapatos, preferem comprar um novo na loja”, é com esta frase que “Seu” Antônio das Mercês Santos, começa a entrevista com sinais de preocupação.  Na opinião dele, as pessoas não tratam mais os seus calçados com o carinho que as gerações passadas tratavam. Preferem comprar outro par ao invés de levar no sapateiro para um possível conserto.</p>
<p>Ele salienta também que o mercado de calçados facilita esta situação na medida das várias promoções praticadas pelas lojas. <a href="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2012/05/659532.jpg"><img class="alignright  wp-image-3887" style="margin: 5px" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2012/05/659532-300x224.jpg" alt="" width="253" height="195" /></a>Santos diz que os tênis feitos atualmente são descartáveis. “Antigamente, os tênis eram de couro legítimo, principalmente os importados. Hoje as pessoas vem para consertar, esquecem o tênis aqui, e não vem nem pegar de volta”, frisou. Fato que o preocupa, pois o mercado calçadista, não coopera com os profissionais que consertam os sapatos.</p>
<p>“Hoje ganho dinheiro reformando sapato das madames, pois elas possuem sapatos de estimação, e só os jogam fora quando não tem jeito”, explica Santos. Na opinião dele, as mulheres são mais cuidadosas com os sapatos do que os homens. E o sapato feminino precisa mais de reparos do que o masculino. “Coloco muita correia de couro e capa fixa”, salientou.</p>
<p><strong>Saiba mais:</strong></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=e956LqkAqHk">Sapateiros &#8211; A Profissão</a></p>
<p><a href="www.escoladesapateiros.com.br">Escola de Sapateiros</a></p>
<p><a href="www.escolatecnicadecostura.com.br ">Escola Técnica de Moda</a></p>
<p>Por essas instabilidades na profissão que Santos não quis passar o ofício para os seus filhos, ele comenta que não é um mercado estável. “Fiz questão que meus filhos estudassem para garantir um futuro melhor, serem mais respeitados pela sociedade”, destacou. Mas segundo ele, se sente orgulhoso de ter criado todos os seus três filhos, com o que ganhava na sua longa vida como sapateiro, Santos tem 30 anos de profissão. “Tenho filho formado, que agora é advogado. Tudo isso com o dinheiro que eu ganhava com o conserto de sapatos”, finalizou.</p>
<p>Essa preocupação com o modo descartável da utilização de calçados e roupas, aliado a inconstância na demanda, também preocupa Dona Orlandina Sampaio, costureira há mais de 40 anos. “Hoje eu vivo de encomendas para casamento, ajustes em abadas no Carnaval, e vestidos de noite”, explicou Sampaio. Antigamente as pessoas tinham uma estima com os vestidos. Algumas das minhas antigas clientes, consideravam algumas peças como inestimáveis, fazendo sempre reparos. “Ganhava muito com a recuperação. Pregava botões soltos e realizava ajustes, isso me dava um dinheiro quase fixo por mês”, salientou Orlandina.</p>
<p><a href="http://youtu.be/ablPMwyct7U">Assista o vídeo &#8211; Costureiras &#8221; Uma Profissão&#8221;</a></p>
<p>Com a vinda de grandes lojas nos shoppings e o material de baixa qualidade das roupas, o mercado das costureiras enfrenta dificuldades. “Hoje as pessoas conseguem comprar um vestido com mais facilidade nessas lojas C&amp;A ou na Marisa. Os preços mais baratos fazem com que as pessoas não tenham tanto cuidado com as roupas”, explica Sampaio. Ela reforça que antigamente as pessoas faziam o contrário. “Os vestidos eram mais caros, o material com melhor acabamento e os reparos eram frequentes”, finalizou.</p>
<p>Uma coisa Dona Orlandina e “Seu” Antônio das Mercês têm em comum. A necessidade de um complemento na renda mensal. Ambos fazem do INSS uma renda fixa, o que vem do exercício da profissão, que antes era a sobrevivência, agora é o complemento.</p>
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