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	<title>Folha Salvador</title>
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		<title>Tradição do Axexê resiste ao tempo</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 14:31:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mirian nery</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Axexê]]></category>
		<category><![CDATA[condomblé]]></category>
		<category><![CDATA[tradição]]></category>

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		<description><![CDATA[
A morte para algumas pessoas simboliza a tristeza, enquanto que para outras representa transformação. Essa é a realidade vivenciada nos terreiros de candomblé: quando morre um representante da casa, o babalorixá (pai de santo), ou Yao (filho/a). As cerimônias fúnebres são conhecidas como Axexê ou Ipadê. Após enterrar o corpo, o terreiro permanece ainda aberto e deverá ficar fechado para o público durante um ano ou mais conforme determinação dos demais. Mas, as cerimônias internas da casa continuam, e é de costume repetir o ritual de um, três, seis meses, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-339" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/12/axexe1-300x216.jpg" alt="axexe" width="218" height="205" /></p>
<p>A morte para algumas pessoas simboliza a tristeza, enquanto que para outras representa transformação. Essa é a realidade vivenciada nos terreiros de candomblé: quando morre um representante da casa, o babalorixá (pai de santo), ou Yao (filho/a). As cerimônias fúnebres são conhecidas como Axexê ou Ipadê. Após enterrar o corpo, o terreiro permanece ainda aberto e deverá ficar fechado para o público durante um ano ou mais conforme determinação dos demais. Mas, as cerimônias internas da casa continuam, e é de costume repetir o ritual de um, três, seis meses, ou de um, três, sete anos depois do Axexê inicial. A cerimônia do Axexê é destinada às pessoas que tinham pleno conhecimento da religião. De acordo com o babalorixá Air José de Jesus, esse ritual é de total mérito, principalmente para aqueles que dedicaram suas vidas aos mistérios do candomblé.<br />
Para a Yaó Marinalva Silva, não é importante que os novatos da casa participem da cerimônia, apenas os mais velhos, porque é preciso ter um grau maior de conhecimento e respeito.<br />
O ritual<br />
Nesses casos antecedem ao Carrego de Egum que é acompanhado de um animal sacrificado, indo de uma única ave a um quadrúpede acompanhado de várias aves, dependendo do grau iniciático do morto consiste em uma, três ou seis noites de cânticos e danças, rememorando o nome de outros iniciados que já se foram como Mãe Ilda, do terreiro ILÊ AXÊ JITOLU que faleceu no dia 20 de Setembro deste ano. Durante esse ritual cada um desempenha um papel no terreiro os Ogans: são as pessoas que tocam os atabaques escolhidos pelos orixás e não chegam a incorporar, não deixando de ter intuição espiritual e são do sexo masculino. A Ekedi na maioria das vezes é chamada de mãe a depender do terreiro, é do sexo feminino e de grande valor por ser confirmada pelo orixá da casa, ela também, é responsável pelos cuidados do local, dos filhos de santo quando são incorporados pelas entidades e dos visitantes entre outras atribuições. Enquanto isso as comidas oferecidas ao santo são preparadas pela Iyabassê (mulher responsável pela alimentação). As filhas de santo não tem cargo atribuído, pois participam da cerimônia já incorporadas com o orixá.<br />
É necessário obedecer aos vários preceitos rígidos de comportamento dentro do terreiro durante todo o processo, para evitar melindrar o espírito que está sendo respeitosamente despedido depois do carrego despacho, canta-se o arremate no dia seguinte à tarde, antes do pôr-do-sol, as mesmas cantigas do Axexê, são ainda entoadas e no final são louvados os orixás, e empreende-se uma limpeza ritual do terreiro, com a participação eventual dos orixás que porventura tenha se manifestado em seus Elegun.</p>
<p>Mirian Nery</p>
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		<title>Mídias Sociais: um novo cenário empresarial</title>
		<link>http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2009/12/10/midias-sociais-um-novo-cenario-empresarial/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 02:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariangela Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[De olho nas novas tedências, empresas como a Coca- Cola e o Google buscam se aproximar do seu público e para isso vem utilizando recursos tecnológicos, como  as novas mídias - Facebook, Twitter e outros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_330" class="wp-caption alignleft" style="width: 420px"><a href="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/12/midias-sociais1.jpg"><img class="size-full wp-image-330 " src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/12/midias-sociais1.jpg" alt="Mídias sociais é aposta das grandes empresas" width="410" height="460" /></a><p class="wp-caption-text">Mídias sociais é aposta das grandes empresas</p></div>
<p>As mídias sociais oferecem uma maior capacidade de comunicação imediata, visando isso, algumas empresas aderiram ao uso das novas mídias – Twitter, Facebook, Orkut, entre outras. Essas plataformas servem para divulgar e ampliar a interação do cliente com o fornecedor além de servirem como banco de dados para o setor de recursos humanos.</p>
<p>De acordo com estudo realizado pela consultoria <a href="http://www.idigo.com.br/pesquisas.html">Instituto Digital </a>(iDig) mostra a presença de perfis de grandes marcas brasileira no Twitter. A pesquisa informa que entre as 50 empresas pesquisadas, 42% usam o microblog e tem uma média de 3053 seguidores, a pesquisa foi realizada entre 20/09 a 24/10/09.<br />
Além do twitter, mídias como o facebook, blogs, Orkut são usados para que o cliente interaja com o fornecedor. Organizações como a Coca-cola, Google, entre outras já descobriram o poder das mídias sociais.</p>
<p>Visando esse novo cenário, empresas como a <a href="http://www.papercliq.com.br/">PaperCliq,</a> dirigida pela jornalista Renata Cerqueira, investem no auxílio a outras instituições para montagem de blogs, aparência e conteúdo de mídias como o Twitter, Facebook, Linkedin e outros.</p>
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		<title>Empresas do Polo apóiam evento de cidadania</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 01:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielasilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o objetivo de oferecer serviços  e atividades educativas para moradores das regiões de Camaçari  e Dias D´Ávila o Comitê de Fomento Industrial de Camaçari, Cofic, realizou o 2º Polo de Cidadania, beneficiando centenas de pessoas. O evento realizado no ultimo sábado teve a parceria do SESI, Cidade do Saber e Prefeitura  de Camaçari. Treze empresas não só participaram como também patrocinaram o evento, garantindo a prestação de serviços e atendimento na área de saúde, atividades educativas de lazer, culturais e esportivas e educação ambiental, informática, documentação, orientação vocacional, além ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_320" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-320" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/12/S5030039-300x225.jpg" alt="A oficina de reciclagem atraiu muita gente " width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">A oficina de reciclagem atraiu muita gente </p></div>
<p>Com o objetivo de oferecer serviços  e atividades educativas para moradores das regiões de Camaçari  e Dias D´Ávila o Comitê de Fomento Industrial de Camaçari, Cofic, realizou o 2º Polo de Cidadania, beneficiando centenas de pessoas. O evento realizado no ultimo sábado teve a parceria do SESI, Cidade do Saber e Prefeitura  de Camaçari. Treze empresas não só participaram como também patrocinaram o evento, garantindo a prestação de serviços e atendimento na área de saúde, atividades educativas de lazer, culturais e esportivas e educação ambiental, informática, documentação, orientação vocacional, além de oficinas de reciclagem.<br />
Os excelentes resultados alcançados na primeira edição, realizada no ano passado, fizeram com que o projeto fosse mantido no calendário anual das atividades no município.  Entre outras coisas o projeto permite que a comunidade tenha mais informações  sobre as indústrias do polo, alem de ter acesso a serviços que contribuem para a promoção da cidadania.<br />
Para o prefeito de Camaçari, Luis Caetano, “o evento tem grande importância social e serve como elemento de aproximação entre as empresas do Polo e a sociedade, promovendo a cidadania e autoestima  das milhares de pessoas atendidas”.<br />
Apoiaram o evento as empresas Braskem, Monsanto,  Petrobras Fafen, Millennium, Du Pont, Ultracargo, Cetrel, Caraíba Metais, Continental, ITF Chemical, Bahia Pulp, Quattor  e Odebrecht, Ford,</p>
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		<title>Feira agropecuária une a cidade ao campo</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 01:28:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielasilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>

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		<description><![CDATA[De onde vem o leite que chega nas mesas dos baianos? Crianças da cidade podem pensar que vem das caixas de leite vendidas nos supermercados, por não conhecer a vida no campo. A consideração foi feita pelo secretário da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Roberto Muniz, no último domingo, ao abrir oficialmente, no Parque de Exposições de Salvador, a 22ª edição da Fenagro. A Feira Nacional da Agropecuária é maior evento do gênero na Bahia e uma das maiores do país. “É um evento que funciona também como elo de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_315" class="wp-caption alignleft" style="width: 229px"><img class="size-medium wp-image-315" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/12/BUFALO-DOCIL-219x300.jpg" alt="O animal é manso apesar do tamanho assustador" width="219" height="300" /><p class="wp-caption-text">O animal é manso apesar do tamanho assustador</p></div>
<p>De onde vem o leite que chega nas mesas dos baianos? Crianças da cidade podem pensar que vem das caixas de leite vendidas nos supermercados, por não conhecer a vida no campo. A consideração foi feita pelo secretário da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Roberto Muniz, no último domingo, ao abrir oficialmente, no Parque de Exposições de Salvador, a 22ª edição da Fenagro. A Feira Nacional da Agropecuária é maior evento do gênero na Bahia e uma das maiores do país. “É um evento que funciona também como elo de ligação entre o campo e cidade, demonstrando a forma da agricultura familiar, responsável por nada menos que 70% dos alimentos que chegam às mesas dos baianos”, disse o secretário.<br />
E um passeio pelas dezenas de estandes montados no parque permite ao visitante conhecer a produção que vem do campo. Desde flores e plantas ornamentais, passando por animais de pequeno porte como cabras e ovelhas de raça, cavalos gigantescos da raça Manga-larga Marchador, enormes vacas leiteiras da raça Gir, de descendência holandesa, até os imensos e dóceis búfalos, que à primeira vista impressiona e assusta pelo tamanho.<br />
Segundo Marcelo Nunes, superintendente de Irrigação da Secretaria da Agricultura e criador de búfalos, a bubalinocultura tem evoluído na Bahia, e já tem um rebanho estimado em 30 mil cabeças. Ele explica, enquanto mostra sua filha montada num belo exemplar de búfalo, que esta espécie animal, de rusticidade física e alimentar privilegiada, é campeã mundial na produção de couro de alta qualidade, carne e leite, ricos em proteínas e sais minerais, e com baixos teores de colesterol e calorias. “Estamos aqui, participando da Fenagro com 29 animais, exatamente para divulgar a qualidade genética do plantel e comercializar exemplares de alto padrão”.<br />
DEGUSTAÇÃO<br />
Mas na Fenagro tem muito mais. A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, Abrasel, fez parceria com a Seagri e levou para seu estande mais de dez chefes e cozinheiros, com um desafio. Elaborar os mais inusitados e variados pratos utilizando produtos da agricultura familiar, como palmito, cacau, milho, café, mel, aipim, carne de sol, peixes da espécie tilápia, cabritos e cordeiros. Ao chegar, o visitante recebe uma cartela que vai sendo carimbada em cada estande por onde passar. Ao completar 15 marcas, ele pode então se dirigir ao estande da Abrasel e saborear uma das invenções gastronômicas. É uma festa para o paladar.</p>
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		<title>Escreva Sobre o que Joga</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 22:13:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Bragança</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[free-lancer]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitos jovens que gostam de games querem cursar jornalismo, visando trabalhar em alguma revita do ramo. Contudo, ser jornalista de games é satisfatório?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">O vídeo game já pode ser considerado uma mídia de comunicação, tendo em vista, a forma comercial como ele é tratado. Esse mercado cresce tanto, que profissionais da área de comunicação, mais especificamente jornalistas, criaram revistas, páginas na internet e até programas de televisão voltados para o publico que consume games.<br />
Alguns dos jogadores de vídeo game buscam a área de comunicação para escrever sobre seu hobby, sendo que, alguns deles, conseguiram realizar esse desejo, chegando a trabalhar em grandes editoras. Por isso, levanta-se a questão: Eles estão satisfeitos com seu trabalho no atual mercado, agora que realizaram o seu sonho? Estão ganhando o suficiente?<br />
Para essa pesquisa foram entrevistados 30 profissionais do ramo de jornalismo de games, sejam com free-lancer, indivíduos com carteira assinada, ou autônomos que possuem alguma página na rede online. No qual foi constatado que:</p>
<p style="text-align: left">
- <strong>50%</strong> do total de entrevistados são contratados (com carteira assinada ou passando nota fiscal) e tem obrigações fixas com alguma empresa;<br />
- Já <strong>33%</strong> do total de entrevistados são free-lancers e colaboram para um ou diversos veículos (revistas e sites, basicamente, salvo exceções raras), mas sem vínculos fixos;<br />
- O <strong>17%</strong> restante é formado por empreendedores, ou seja, comandam negócio próprio, de onde tiram seus rendimentos. Vale dizer que a totalidade desses empreendedores investe unicamente na internet.<br />
- Daqueles que se declararam contratados, <strong>54%</strong> possuem carteira assinada. <strong>46%</strong> emitem nota fiscal ou assinam recibo (ou CCDA).<br />
- Ainda sobre os que se declaram contratados: quase a metade trabalha exclusivamente com a internet (<strong>46%</strong>); a outra parcela (<strong>40%</strong>) é funcionário de editoras e produzem revistas (na maioria) e sites; uma fatia pequena (<strong>14%</strong>) aplica seus conhecimentos em mídias diversas (TV, rádio).</p>
<p style="text-align: left">
                                                                                    (dados coletados do site <a href="http://colunistas.ig.com.br/gamerbr/" target="_blank">gamer.br</a>)</p>
<p style="text-align: left">
Diante desses números qual é a porcentagem de profissionais que acham ganhar de acordo com o que trabalha?<br />
47% dos jornalistas dizem que poderiam ganhar mais, enquanto 33% afirmam não receber o proporcional ao trabalho que fazem. Somente 20% julgam ter um valor de acordo com o que lhes é cobrado.<br />
A grande maioria dos insatisfeitos está entre os empreendedores (60%), pois precisam dedicar muito tempo e preocupação em diversos setores de seu negócio, em quanto os outros 40% afirma que poderiam ganhar mais. O quadro muda quanto aos contratados, seja com carteira assinada ou que emitem notas fiscais. A maioria deles (75%) falam que poderiam ter um aumento salarial, os outros 25% dizem não ganhar o suficiente. Serve de alerta aos jornalistas que buscam atual nesta área, a informação que, entre os empregados, nenhum se demonstrou satisfeito com o atual salário, o que preocupa qualquer um que visa ingressar no ramo.</p>
<p style="text-align: left">Curiosamente, os que acham ganhar de acordo com o trabalho são os free-lancers, um total de 40% de satisfeitos. Apenas 10% deles afirmou completa insatisfação com o que recebem em pequenos trabalhos. Erik Araki, redator da herói, afirma não se surpreender com a grande satisfação dos free-lancers, pois geralmente, seu perfil é de um estudante que pode dedicar muito tempo para fazer esses trabalhos, tendo o luxo de ganhar um trocado escrevendo sobre o que gosta. No entanto, quando se fala de trabalhar pelo ganha-pão, o que se ganha pelo frilas é muito pouco, ajudando apenas a cobrir algumas despesas.<br />
Em alguns trabalhos sem vinculo empregatício, surge o problema quanto aos prazos e despesas. Fabio Santana, do site <a href="http://gamerlifestyle.wordpress.com/" target="_blank">Gamer Lifestyle</a>, relata como o prazo, vilão de todo jornalista, prejudica os profissionais, que dispões de pouco tempo</p>
<div id="attachment_297" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/12/game_journalist1.jpg"><img class="size-full wp-image-297" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/12/game_journalist1.jpg" alt="Pouco tempo para jogar e escrever..." width="300" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">Pouco tempo para jogar e escrever...</p></div>
<p> para analisar um jogo, sendo possível apenas formar uma opinião, não detalhada, sobre ele. As empresas nem mesmo fornecem o material para análise prévia, precisando esperar o lançamento para adquirir o jogo, atrasando o processo. Isso cria uma despesa extra para o free-lancer, diminuindo sua margem de lucro. Se por exemplo, ele ganha R$100,00 reais para fazer a análise, gastará outros R$60,00 para comprar o game.<br />
Devido a tantos percalços e problemas na profissão de jornalista de games, que você deve pensar duas vezes antes de ingressar nessa profissão, pois não se trabalha para ganhar muito dinheiro e glamour, você estará neste ramo porque gosta. Se nada disso te desanimou, comece com alguma página na internet, utilizando o <a href="http://www.blogger.com" target="_blank">blogger</a> ou <a href="http://www.wordpress.com" target="_blank">wordpress</a>, por exemplo, ou contribua para algum site, pelo menos para ter a prática ou construir a sua própria network (rede de contatos para trabalho).</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>FINAL DE SEMESTRE, DESESPERO NA CERTA</title>
		<link>http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2009/12/01/final-de-semestre-desespero-na-certa/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 21:54:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana cristina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Há poucos dias do término das aulas, os alunos enfrentam uma maratona de trabalhos e provas. Quem não estudou o suficiente no decorrer do semestre, tem uma última chance de recuperar a nota sem precisar fazer exame final. Mas o que fazer quando parece que não vai dar tempo?
 
Segundo a estudante Rafaela Sturaro, 24, não tem como você fugir do stresse e diz que chega até a sentir dores no corpo e na cabeça por causa das noites mal dormidas. “Eu procuro nem lembrar que os trabalhos valem nota, mas, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há poucos dias do término das aulas, os alunos enfrentam uma maratona de trabalhos e provas. Quem não estudou o suficiente no decorrer do semestre, tem uma última chance de recuperar a nota sem precisar fazer exame final. Mas o que fazer quando parece que não vai dar tempo?</p>
<div id="attachment_282" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><img class="size-full wp-image-282" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/12/livros-225x3001.jpg" alt="Quando nada mais dá certo..." width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Quando nada mais dá certo...</p></div>
<div> </div>
<p>Segundo a estudante Rafaela Sturaro, 24, não tem como você fugir do stresse e diz que chega até a sentir dores no corpo e na cabeça por causa das noites mal dormidas. “Eu procuro nem lembrar que os trabalhos valem nota, mas, ficar sem dormir é complicado”. Rafaela é aluna de Jornalismo da <a href="http://portal.faculdadedacidade.edu.br/index.php" target="_blank">Faculdade da Cidade</a>. Segundo ela, ficar estressada nesse período já virou rotina, mas não dá pra ficar na “neura”, o lance é tentar não desesperar e “correr atrás”.</p>
<p> </p>
<p><img class="alignleft" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/12/MAIS-LIVROS.jpg" alt="E eles nunca acabam...." width="208" height="300" /></p>
<div> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<div> </div>
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<div> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<div>
<dl>  E eles nunca insistem em se multiplicar&#8230;.</dl>
</div>
<p> </p>
<p>Já Filipe Dunham, 24, estudante da <a href="http://www.facom.ufba.br/" target="_blank">FaCom </a>(UFBA), é categórico ao afirmar que pra ele já não há mais estratégias: ele pira, literalmente. “Não tem jeito mais não, os professores teimam em achar que nós (estudantes) não fazemos mais nada durante o dia e enfiam todos os trabalhos de uma vez. Pra mim, já era”, conta entre risos.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_280" class="wp-caption aligncenter" style="width: 243px"><img class="size-full wp-image-280" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/12/desespero3-full1.jpg" alt="Estresse quase mortal" width="233" height="318" /><p class="wp-caption-text">Estresse quase mortal</p></div>
<p>Mas, pra quem pensa que a piração é exclusividade de aluno, a professora (<a href="http://www.fdj.com.br/" target="_blank">F2J</a>) Daniela Souza rebate. Segundo ela, esse período é complicado para ambos os lados. “Tem hora que a gente pensa que não acaba nunca. Mas o jeito é dar uma freada, respirar fundo e seguir em frente”.</p>
<p> </p>
<p><a><img class="aligncenter size-full wp-image-284" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/12/desespero.jpg" alt="desespero" width="286" height="130" /></a></p>
<p style="text-align: left">Não adianta desespero: respire fundo e &#8220;corra</p>
<p style="text-align: left">atrás&#8221;.</p>
<p>Os especialistas afirmam que nessa hora o segredo é não entrar em desespero. O bom é não acumular tarefas ao longo do semestre mas, para os desavisados, “vale umas horas há menos de sono e, no final, tudo dará certo”, recomenda a pedagoga. Segundo ela, o resultado é sempre uma boa lição: “no mercado de trabalho as coisas não vêm distribuídas em semestres e, dessa forma, você tem aprender a se organizar e fazer tudo dentro do prazo” finaliza.</p>
<div class="mceTemp"> </div>
<div class="mceTemp"> </div>
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		<title>Papo de música</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 09:49:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana cristina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[EVENTOS]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wpgallery/img/t.gif" alt="" /><img src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wpgallery/img/t.gif" alt="" />
<a href='http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2009/11/25/papo-de-musica/s8304103-2/' title='Encontro'><img width="150" height="150" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/11/S83041031-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Muita música e pate-papo com o público" title="Encontro" /></a>
<a href='http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2009/11/25/papo-de-musica/s8304103-3/' title='Encontro '><img width="150" height="150" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/11/S83041032-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Músicos em bate-papo com público" title="Encontro" /></a>
</p>
<p>Os músicos das bandas <a href="http://www.adaonegro.com.br/" target="_blank">Adão Negro </a>e Mambolada foram os convidados da noite desta terça-feira (24) no projeto “Papo de Música”, da <a href="http://www.fdj.com.br/" target="_blank">Faculdade 2 de Julho</a>. Com o objetivo de aproximar artista e seu público, o evento trouxe para a discussão temas como as agendas das bandas, projetos no exterior e novas músicas.</p>
<p>No entanto, a tônica do evento ficou mesmo por conta de questões pontuais, com maior relevância para a sociedade como educação de qualidade, escola pública e espaços alternativos para todos. Com a participação do público, o bate-papo tomou um viés mais político na tentativa de fomentar a discussão entre os estudantes da academia. “Existir é mais importante do que resistir”, finalizou Serginho (Adão Negro).</p>
<p>O cantor Tom (Banda <a href="http://www.youtube.com/watch?v=QWEv3NBE8gU" target="_blank">Preto Sábio</a>) estava entre os expectadores e fez uma participação ao final do evento &#8211; que teve a organização dos estudantes dos cursos de Jornalismo e Propaganda e Marketing da Instituição, sob a orientação da professora Ivana Carneiro.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=QWEv3NBE8gU"></a></p>
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		<title>Caos no trânsito de Salvador</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 00:10:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariangela Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Região Iguatemi]]></category>
		<category><![CDATA[salvador]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Via Expressa]]></category>

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		<description><![CDATA[A população baiana enfrenta sérios problemas relacionados ao trânsito. A cada dia, o número de veículos que circula na cidade aumenta, o que provoca longos congestionamentos nas avenidas de Salvador.
A região do Iguatemi é um dos locais que mais sofre devido ao grande fluxo de automovéis que circulam no local.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_240" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/11/iguatemi068ot3.jpg"><img class="size-medium wp-image-240" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/11/iguatemi068ot3-300x225.jpg" alt="A região do Iguatemi é a de maior fluxo de automóveis da capital baiana" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A região do Iguatemi é a de maior fluxo de automóveis da capital baiana</p></div>
<p>Engarrafamentos, buzinas, xingamentos e stress se tornaram cada vez mais comuns no dia-a-dia do soteropolitano.  De acordo com matéria publicada no dia 26 de setembro pelo site <a href="http://www.portalcorreio.com.br/noticias/matLer.asp?newsId=101507">Portal do Correio</a>, Salvador ocupada a segunda posição no ranking das capitais nordestinas com maior número de veículos em circulação nas ruas da cidade, aproximadamente 569 mil carros transitam na capital. A previsão é que em 2014 já existam 805 mil automóveis rodando nas ruas de Salvador.<br />
Por conta desse crescente número de conduções espalhados nas avenidas soteropolitanas, a população tem enfrentado sérios problemas ao trafegar nas principais vias da cidade. Um dos pontos mais crítico da capital baiana fica na <a href="http://cpi-brasil.blogspot.com/2009/11/o-caotico-transito-de-salvador.html">região do Iguatemi </a>devido ao grande fluxo de automóveis que circulam na área. Pessoas que trafegam pelo local reclamam pelos inúmeros congestionamentos que são obrigados a enfrentar diariamente. A bancária Lívia Vitor, que mora no Cabula e trabalha na Avenida Tancredo Neves, diz gastar em média – uma hora e meia de casa para o trabalho.<br />
Entre as principais promessas dos governos federal, estadual e municipal para a melhoria no trânsito da terceira maior capital do país, está à construção da <a href="http://adm.agecom.ba.gov.br/conteudo/paginas/via-expressa">Via Expressa Baía de Todos os Santos </a>que visa desafogar o tráfego na Rótula do abacaxi, BR 324, Largo dos Dois Leões, Ladeira do Cabula e Baixa de Quintas. Outra grande expectativa dos baianos é finalização das obras do <a href="http://ibahia.globo.com/plantao/noticia/default.asp?id_noticia=211106&amp;modulo=151">metrô</a> que pode facilitar a vida de quem enfrenta diariamente o caos no trânsito da metrópole.</p>
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		<title>Manifesto em prol do diploma reune estudantes e jornalistas na reitoria da UFBA</title>
		<link>http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2009/11/24/manifesto-em-prol-do-diploma-reune-estudantes-e-jornalistas-na-reitoria-da-ufba/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 23:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Martha Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Diploma]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Selo Azul]]></category>

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		<description><![CDATA[A Manifestação em prol da campanha criada pelo jornalista Ipojucã Cabral em defesa do diploma para o exercício da profissão de Jornalista aconteceu hoje (24) pela manhã na Reitoria da Universidade Federal da Bahia - UFBA. Estiveram presentes, estudantes, profissionais e representantes de entidades civis. O maior apelo dos estudantes foi pela aprovação amanhã (25) da PEC dos jornalistas pelos senadores integrantes da comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left">
<dl>
<dt><a rel="attachment wp-att-261" href="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2009/11/24/manifesto-em-prol-do-diploma-reune-estudantes-e-jornalistas-na-reitoria-da-ufba/reuniao-de-estudantes-3/"><img class="size-full wp-image-261" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/11/REUNIÃO-DE-ESTUDANTES2.jpg" alt="FOTO: SITE BAHIA NOTÍCIAS" width="314" height="235" /></a></dt>
<dd>FOTO: SITE BAHIA NOTÍCIAS</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: left">Com o lema “Jornalismo de Credibilidade tem Diploma”, aconteceu hoje (24) na Reitoria da Universidade Federal da Bahia &#8211; UFBA , a manifestação em prol da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista, que contou com a participação de estudantes, profissionais de comunicação e representantes de entidades civis. O jornalista Ipojucã Cabral, diretor da Associação Baiana de Imprensa – ABI e atual Assessor Especial da Secretaria Municipal da Comunicação Social esteve na Faculdade 2 de Julho, a convite do professor Chico Araújo para falar sobre o movimento e convidar os estudantes para participar da manifestação. O objetivo é fazer com que as empresas que contratarem profissionais graduados recebam um selo, o “Selo Azul” e a bandeira do movimento de valorização da profissão. A ideia surgiu após o Supremo Tribunal Federal (STF), considerar desnecessária a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista.<br />
Cabral pretende mobilizar empresas, estudantes, profissionais, o Congresso Nacional e a sociedade civil. Em entrevista concedida ao site Bahia Notícias, Ipojucã explicou a necessidade de lutar pela valorização da profissão. “Não há incongruência, não há incompatibilidade entre a exigência do diploma para o exercício do jornalismo e o princípio constitucional da liberdade de expressão. Qualquer cidadão brasileiro pode manifestar sua opinião e pensamento livremente através dos veículos de comunicação. Mas o exercício cotidiano do jornalismo, este sim, deve ser feito por profissionais com nível superior, portanto, com diploma”.<br />
A PEC dos jornalistas &#8211; Proposta de Emenda à Constituição foi analisada na quarta –feira (21) e será votada amanhã (25) pelos senadores integrantes da comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ). A aprovação da PEC foi um dos apelos dos estudantes que participaram hoje da manifestação na reitoria.</p>
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		<title>Cosplay, do Japão para Salvador</title>
		<link>http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2009/11/24/218/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 22:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Bragança</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[anime]]></category>
		<category><![CDATA[mangá]]></category>
		<category><![CDATA[Star Trek]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma prática conhecida no Japão em que pessoas, de todas as idades, se fantasiam de personagens do seus desenhos quadrinhos preferidos, participando de eventos e concursos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cosplayers de Salvador</strong><br />
Anime, mangá, cosplay esses termos dificilmente são reconhecidos pelo público soteropolitano, somente estando no palavriado de alguns jovens fãs de cultura japonesa.</p>
<div id="attachment_224" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/11/DSC_6959.jpg"><img class="size-medium wp-image-224" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/11/DSC_6959-200x300.jpg" alt="Cosplay de Angemon no evento Anipolitan" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Cosplay de Angemon no evento Anipolitan</p></div>
<p>Os <strong>otakus</strong>, fãs de animações e quadrinhos japoneses, se reúnem em um circulo social em que outros fãs, também dessa cultura, conversam, assistem e se vestem tematicamente, com esse tema, chegando a freqüentar eventos realizados temáticos espalhados pelo Brasil.<br />
<strong>O que seria cosplay e de onde surgiu?</strong><br />
Cosplay deriva das palavras costume e play -basicamente brincar de se vestir, ou fantasia em inglês- hobby que surgiu dos trekkers, fãs sobreviventes do seriado <strong>Star Trek</strong> (Jornada nas Estrelas), seriado de grande sucesso nos anos 60, que virou revista em quadrinhos e desenhos animado nos 70, chegando a render onze filmes o mais recente com a direção de JJ Abrans [do seriado Lost].<br />
Os <strong>trakkers</strong> ou <strong>trakkies</strong>, colecionam posters, Dvds, bonecos e se vestem como personagens da série falam que a série tem várias atratividades, pois seria como ir á outros lugares, outros planetas de diferentes culturas. Diante de tantas descobertas se foi feita uma filosofia trekker, a mesma adotada pelos integrantes da nave <strong>Enterprise</strong>. Quando eles chegam em um planeta eles não interferem na cultura nem tentam se impor, alem do mais a série possui uma visão futurista – em uma época em que não existiam os celulares a série demonstrava comunicadores semelhantes à eles. Isso influenciou a visão dos fãs para um futuro melhor.<br />
Começaram a surgir nos Estados Unidos eventos que faziam promoções de entrada franca para as pessoas que se fantasiassem de algum personagem de quadrinhos, entre esses eventos os que mais se destacaram foi o de jornadas nas estrelas, aonde as pessoas fantasiadas se tornaram a principal atração com concursos de fantasia e interpretação de cenas dos filmes ou episodios revelando talentos de nivel profissional. A mania rapidamende se espalhou, chegando na <strong><a href="http://www.comiket.co.jp/" target="_blank">Comiket</a></strong>, famosa convenção realizada há anos no Japão aonde o termo se popularizou e se espalhou especialmente em eventos e encontros de anime, mangá e videogames, respectivamente as animações e quadrinhos japoneses.<br />
<strong>Eventos de Salvador</strong><br />
Esses eventos como estes chegaram aqui no Brasil, <a href="http://www.anifriends.com.br/" target="_blank"><strong>Anime Friend</strong> </a>e <a href="www.animedreams.com.br" target="_blank"><strong>Anime Dreams</strong> </a>são alguns dos mais conhecidos eventos do país, chegando a ter grandes concursos cosplays, com muitos participantes e até regras de participação com categorias e julgadores. Tais eventos atraiam tanto os fans de anime e mangá que varias pessoas resolveram fezer eventos em suas cidades, o pioneiro de Salvador foi Ricardo Nascimento, que organizou o <a href="http://www.anipolitan.com.br" target="_blank"><strong>Anipolitan</strong> </a>em 2001, primeiro evento de cultura nipônica voltado ao público fã de animações e quadrinhos japones, a reperusão foi tão grante que Ricardo repetio o evento em um lugar maior fazendo uma divulgação tembém de maiores proporções, atraindo um público enorme, percebendo esse retorno Ricardo continua a organizar o <strong>Anipolitan</strong> todo ano, reservando colégios e faculdades para comportar a imensa quantidade de público.<br />
No terceiro evento começaram a surgir os cosplayers de Salvador, alguns deles muito bem elaborados, atraindo a atenção de todos, o que almentou o interesse de outros fans ainda tímidos.<br />
Atualmente vários eventos de anime como <a href="http://anibahia.com.br/" target="_blank"><strong>Anibahia</strong> </a>e <strong>Anisovetada</strong>, são feitos em Salvador e regiões, trazendo cada vez mais público e mais cosplayers, que variam de vários personagens sejam de animes, mangás, games, filmes ou seriados, das mais diversas idades.</p>
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