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	<title>Folha Salvador &#187; Educação</title>
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		<title>Jogos da Copa podem Desfalcar ENEM!!!</title>
		<link>http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2010/06/29/jogos-da-copa-podem-desfalcar-enem/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 19:38:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jones França</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ENEM 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[Inscrições do ENEM começaram ontem (21), e se estende até 9 de julho, antes dos jogos da copa!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como o Brasil perdeu KaKá por causa de Dunga, muitos brasileiros podem perder o período de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), por causa do barulho das vuvuzelas nos jogos da Copa 2010.</p>
<p>Então é bom correr, porque as inscrições começaram ontem (21), e se estende até 9 de julho, antes dos jogos da copa e será feita exclusivamente pela internet, no site do <a href="http://www.inep.gov.br/" target="_blank">Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira </a>(INEP).</p>
<p>Em nota, a assessoria do INEP, afirma que será obrigatória a utilização do CPF do candidato para efetuar a inscrição. De acordo com o Instituto, o participante do ENEM não poderá usar o número do CPF do pai, ou da mãe, qualquer que seja sua idade, pois o próprio sistema de inscrição irá impedir essa prática. Ao digitar o número do CPF, o sistema buscara informações de seu titular na base de dados da Receita Federal e Correios.</p>
<p>Aos torcedores da seleção número 1, só resta ficar atento as mudanças e o período de inscrição para não perder o foco, como aconteceu na partida do domingo (15): A seleção de Dunga ficou focada nos grandes: Argentina, Uruguai, Itália e esqueceu o time de Kin Jong-Hun, que estragou com a teoria de muitos brasileiros.</p>
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		<title>“Pulseirinhas telefone” também são proíbidas</title>
		<link>http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2010/04/26/%e2%80%9cpulseirinhas-telefone%e2%80%9d-tambem-sao-proibidas/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 23:04:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jordania Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[pulseirinhas do sexo]]></category>
		<category><![CDATA[pulseirinhas telefone]]></category>

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		<description><![CDATA[Continua a polêmica em torno da pulseirinhas de silicone. Depois da proibição do uso das "pulseirinhas do sexo no ambiente escolar", agora é vez das "pulseirinhas telefone".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2010/04/pulseirnha1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1092" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2010/04/pulseirnha1.jpg" alt="" width="280" height="280" /></a></p>
<p>Após as pulseiras de silicone &#8211; também conhecidas como “<a href="http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2010/04/educadores-sao-contra-proibicao-da-pulseira-do-sexo-nas-escolas.html" target="_blank">pulseirinhas do sexo</a>” &#8211; gerarem o maior burburinho no país por conta de sua conotação sexual. Serem pivô de casos de estupros, e os adolescentes serem proibidos de utilizá-las em escolas, a proibição agora é de usar as “pulseirinhas telefone”.</p>
<p>As pulseirinhas telefone são feitas com o mesmo material e cores das anteriormente proibidas, porém, em formato de mola, como se fosse um fio de telefone. Talvez resida aí o motivo da nova proibição: o medo que haja novos casos de violência sexual, partindo do ambiente escolar.</p>
<p>Luis Antônio Dias, 15, estudante da 7ª série do Ensino Fundamental de uma escola pública de Salvador e usuário da pulseira é contra a proibição: “ Isso é uma palhaçada.Já proibiram a pulseirinha do sexo, agora a de mola. Nada a ver.Usa e paga (a prenda) quem quer”.</p>
<p>Para psicóloga Alsema Caldas, a proibição se justifica por conta dos episódios e por isso o impedimento torna-se necessário.” A pulseira é simbólica. A proibição não vai resolver o problema da transgressão. Mas vejo como uma medida necessária para que os pais acompanhem  a vida de seus filhos , até porque eles ainda não sabem o que é bom ou ruim, então eles precisam de limites”.</p>
<p>Vitor Rodrigues, 16, estudante do 2º ano de um colégio particular da capital baiana conta que embora não use as pulseiras, percebeu que seus amigos, principalmente as meninas, não gostaram da proibição ”Elas usavam mais por moda, como se fosse uma pulseira qualquer”.</p>
<p><strong>Veja qual prenda deve ser paga, a depender da cor da Pulseira:<br />
</strong></p>
<p><strong>Amarela</strong> &#8211; abraço<br />
<strong>Rosa</strong> &#8211; mostrar o peito<br />
<strong>Laranja</strong> &#8211; dentadinha de amor<br />
<strong>Roxa</strong> &#8211; beijo com a língua &#8211; talvez sexo<br />
<strong>Vermelha</strong> &#8211; lap dance<br />
<strong>Verde</strong> &#8211; sexo oral a ser praticado pelo rapaz<br />
<strong>Branca</strong> &#8211; a menina escolhe o que lhe apetecer<br />
<strong>Azul</strong> &#8211; sexo oral a ser praticado pela menina<br />
<strong>Preta</strong> &#8211; sexo com a menina na posição do missionário</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Escola Pública: Progressão ou Retrocesso?</title>
		<link>http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2010/04/15/colegio-publico-progresso-ou-regressao/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 02:11:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Matéria que fala um pouco sobre o Centro de Educação Edgard Santos e seu projeto de atividade esportiva como parte do conteúdo pedagógico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escola Pública: Progressão ou Retrocesso?</p>
<p>Na década de 80, muitos Colégios Estaduais de Salvador aplicavam com rigor as atividades esportivas como parte do cronograma na disciplina de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Educa%C3%A7%C3%A3o_f%C3%ADsica#Educa.C3.A7.C3.A3o_f.C3.ADsica_e_esporte" target="_blank">Educação Física</a>. Os educadores juntamente com apoio do governo estimulavam o interesse dos alunos em ocupar o tempo oposto as aulas, na prática de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Esporte" target="_blank">esporte</a>, com objetivo de competição, além de ser oportunidade para o futuro, pois alguns atletas que hoje são conhecidos e profissionalizados, no passado, foram alunos deste padrão, a exemplo de Edílson3, jogador de futebol do Esporte Clube Bahia, que em 1983 foi estudante do Centro de Educacional Edgar Santos2 e assíduo frequentador das atividades esportivas.</p>
<p>As escolas da contemporaneidade devem aprimorar mais o projeto pedagógico de cada Instituição, que seja voltado para o esporte. Baseado na <a href="http://www.esporte.gov.br/leiIncentivoEsporte/default.jsp">Legislação do Ministério do Esporte</a>, o incentivo ao esporte é extremamente essencial para vida dos jovens, estes que são o futuro do Brasil. De acordo com o parágrafo 2º do art. 4° da portaria nº 120 de 03 de julho de 2009, o prazo para protocolização da documentação referente aos projetos desportivos ou paradesportivos iniciou-se dia 01 de fevereiro de 2010, considerando-se a data do protocolo ou da remessa constante do Aviso de Recebimento (AR).</p>
<p>Inúmeros projetos de investimento no esporte estão sendo tramitados e publicados no Diário Oficial da União. Além desta iniciativa esportiva, deve-se também existir uma parceria com o Ministério da Educação e Cultura, para que seja implantado, ou seja, aplicado com mais rigor, as atividades esportivas como disciplina que faça parte do currículo escolar de cada estudante.</p>
<p>Muitas crianças vão à escola em um turno e no oposto ficam ociosas. O que deve ser aproveitado é justamente este tempo livre para ensinar que o futuro de cada uma delas pode ser decidido através destas atividades, nas quais são consideradas, muitas vezes, sem importância.</p>
<p>Como foi citado anteriormente, Edílson, mais conhecido no mundo do futebol com Capetinha, foi estudante do CEES, e teve a oportunidade de encontrar nos momentos esportivos praticados na escola, como atividade obrigatória, o encontro com a profissão. Foi através do professor Paulo Gilberto, que Edílson lutou para conquista de seu sonho e, hoje é exemplo, não somente como jogador, mas como aluno que soube aproveitar cada momento oferecido pela escola e com incentivo do mestre Paulo.</p>
<p>Talvez, pelo fato do ensino brasileiro da década de 80 até os dias atuais vir passando por um processo de transição, em busca de novas alternativas pedagógicas que passam a radicalizar o analfabetismo no país, através de programas que sirvam como incentivo aos jovens e adultos na busca do saber formal. Mas, mesmo assim os resultados não têm sido satisfatórios pelos órgãos competentes. A evasão escolar ao longo da implantação dos programas tem apresentado resultados negativos, tornando-se desafiador para o professor, manter a permanência do aluno na escola. Dentro deste contexto <a href="http://www.efdeportes.com/efd112/esporte-educacao-e-inclusao-social.htm">sócio-cultural</a> existem vários fatores preponderantes que interferem na sua permanência escolar, devido à sobrecarga de trabalho extensivo: professores sem qualificação adequada ao programa para jovens e adultos que tem contribuído mais para a exclusão social do que para a formação educacional; a falta de competição esportiva entre as instituições; a falta de acompanhamentos dos pais junto à escola, devida o mercado de trabalho competitivo e cansativo.</p>
<p>A metodologia aplicada atualmente nas escolas em relação à educação e o esporte é totalmente inverso o que tinha há 20 anos. O Estado também tem responsabilidade em treinar, capacitar e oferecer meios para que os profissionais de educação física possam exercer suas atividades, proporcionando meios de conhecimento e de futuro profissionais para as crianças que vivem em comunidades consideradas carentes. A<a href="http://www.onu-brasil.org.br/view_news.php?id=5809"> Organização das Nações Unidas </a>tem como objetivo não somente utilizar o esporte como aliado para criação de novos campeões ou o desenvolvimento do esporte, como também na utilização do esporte como facilitador da participação, da inclusão e da cidadania, inserindo-o em atividades mais abrangentes do desenvolvimento e da construção da paz (ONU, 2003). </p>
<p>A elaboração do documentário enquanto produto para o TCC, utilizando o tema educação e esporte é um desafio a ser encarado, com objetivo em analisar o porque o CEES nos dias atuais não mais participa de campeonatos escolares e por qual motivo o Governo Estadual reduziu investimento para que os alunos possam ter mais interesse pelo esporte, como também os profissionais tenham interesse e prazer em ensinar seus conhecimentos. Este é o desafio deste trabalho.</p>
<p>Referências:<br />
Site do Ministério dos Esportes destacando a protocolização dos projetos esportivos e desportivos: <a href="http://www.esporte.gov.br/leiIncentivoEsporte/default.jsp">esporte.gov.br/leiIncentivoEsporte/default.jsp</a>, <a href="http://www.esporte.gov.br/segundotempo/como_participar.htm">esporte.gov.br/segundotempo/como_participar.htm</a></p>
<p>Matéria publicada no Jornal A Tarde informando que a Universidade do Estado ada Bahia (UNEB) seleciona profissionais de educação física para trabalho voluntário: <a href="http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=2238977">atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=2238977</a></p>
<p>Matéria que fala sobre a alfabetização e a educação de jovens e adultos: <a href="http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=202870">gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=202870</a></p>
<p>Matéria publicada no site do Senado destacando que em 10 anos todas as escolas terão bibliotecas nas instituição como obrigatoriedade: <a href="http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=%20100969&amp;codAplicativo=2">senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=%20100969&amp;codAplicativo=2</a></p>
<p><a href="http://emsergipe.globo.com/esporteemsergipe/?secao=visualizar&amp;id=38034">http://emsergipe.globo.com/esporteemsergipe/?secao=visualizar&amp;id=38034</a><br />
<a href="http://www.esporteeducacao.org.br/">http://www.esporteeducacao.org.br/</a><br />
<a href="http://www.onu-brasil.org.br/view_news.php?id=5809">http://www.onu-brasil.org.br/view_news.php?id=5809</a></p>
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		<title>Salvador, Capital inacessível</title>
		<link>http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2010/04/14/salvador-capital-inacessivel/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 18:06:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chris sacramento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoas com deficiências fazem parte do grupo de excluídos sociais, que enfrentam diariamente o preconceito para sobreviver. Como se não bastasse, as dificuldades não se encerram aqui. A lei obriga a contratação de PcD pelas empresas, de acordo com seu número de funcionários mas, até esse acesso ao mercado de trabalho é feito com muita dificuldade.  LEIA MAIS...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o assunto é acessibilidade, Salvador deixa muito a desejar. Suas ruas são estreitas e esburacadas, além de estarem tomadas por vários obstáculos como ambulantes, bancas de revistas e outros bloqueios que impedem o livre transitar de pessoas com deficiência (PcD). E mais ainda, eles enfrentam um dos principais entraves para sua locomoção: falta de adaptação da maioria dos ônibus na cidade.</p>
<p>A Lei <a title="Lei " href="http://www.planalto.gov.br/ccivil/_ato2004-2006/2004/decreto/d5296.htm" target="_blank">5296/2004 </a>obriga a adequação e adaptação de todos os espaços públicos, inclusive a frota total dos ônibus mas, na prática, não é isso que acontece. Maria Antonia, vendedora, enfrenta diariamente essa <em>via crucis</em> ao percorrer o trajeto entre sua casa, em Periperi, e o Campo Grande, onde trabalha. Para ela, o maior problema da frota de Salvador é que ela apresenta baixo índice de adaptação para PcD. “A maioria dos ônibus estão prontos para receber uma pessoa com necessidades especiais. Sem contar os agravantes como a longa espera por um deles ou os que estão quebrados”, desabada.</p>
<p>FORA DO MERCADO</p>
<p>O número restrito de pessoas com deficiências no mercado formal é outra grande dificuldade relativa à este público hoje no Brasil. Do enorme contingente formado por mais de 16 milhões de pessoas, poucos são os que se encontram inseridos no mercado formal. As estimativas revelam que, desse total, 7,8 milhões estão em idade de trabalhar. E apenas 2% se encontram no mercado formal, representando uma porcentagem ínfima.</p>
<p>Os dados acima fazem parte do último censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<a href="http://www.ibge.gov.br/home/" target="_blank">IBGE</a>) e revelam uma realidade social cruel. Além das mulheres, dos homossexuais, dos aidéticos, dos negros e dos ex-presidiários, os deficientes físicos também encontram uma barreira perversa, quase instransponível, para entrar no mercado de trabalho: o preconceito.</p>
<p> “Infelizmente a maioria das empresas que empregam PcD só estão cumprindo o que rege a Lei de Cotas, 8.213/91, que obriga as empresas com mais de 100 funcionários a incluírem em seu quadro de efetivos PcD”, explica Melissa Bahia, supervisora de Políticas de Empregabilidade para Pessoas com Deficiência Física da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (<a title="Setre" href="http://www.setre.ba.gov.br/" target="_blank">Setre</a>).</p>
<p>“O maior problema é que muita gente acredita que, para contratar uma PcD, exige grandes adaptações ou que o ritmo e o ambiente de trabalho serão alterados pela sua presença, e isso não é verdade”, observa João Bosco, Presidente da <a href="http://www.associacaobaianadecegos.org.br/" target="_blank">Associação Baiana de Cegos</a>.</p>
<p>Para Bosco, deficiente visual por nascimento, a capacidade de trabalho de uma pessoa não pode ser verificada por suas limitações. “Basta que sejam dadas as devidas condições para que ele faça o seu trabalho que, certamente, o sucesso é garantido”, ensina.</p>
<p>saiba mais sobre o assunto:</p>
<p><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-65382005000200008&amp;script=sci_abstract&amp;tlng=pt" target="_blank">Site </a>fala sobre a visão dos empregadores sobre o trabalho da pessoa com deficiência.</p>
<p>Coletânea da <a href="http://www.cedipod.org.br/leitrab.htm" target="_blank">Legislação Federal </a>sobre  Trabalho.</p>
<p><a href="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=438&amp;id_pagina=1" target="_blank">Estatísticas </a>sobre a população de deficientes no Brasil.</p>
<p>Especial <a href="http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=1127268" target="_blank">A Tarde </a>diz que administração pública não dá exemplo de acessibilidade.</p>
<p><a href="http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=791721" target="_blank">Matéria </a>A Tarde diz que falta de acessibilidade leva a isolamento social.</p>
<p>Encontro internacional discute <a href="http://www.atarde.com.br/brasil/noticia.jsf?id=1399718" target="_blank">índice de acessibilidade para deficientes</a>.</p>
<p>Especial <a href="http://www.tribunadabahia.com.br/News.php?idAtual=44107" target="_blank">Tribuna da Bahia </a>diz que deficientes acham que Salvador é limitada.</p>
<p>E mais, matéria em <a href="http://www.portalclick.com.br/portalclick/2010/04/05/deficientes-fisicos-tem-dificuldades-de-acesso-em-carangola/" target="_blank">blog </a>aborda falta de acesso a prédios e a transportes públicos.</p>
<p>Blog fala que <a href="http://maurilioferreiralima.com.br/2009/08/deficientes-tem-dificuldades-em-encontrar-emprego/" target="_blank">deficientes têm dificuldades em encontrar emprego</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Empreendedorismo na sala de aula</title>
		<link>http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2010/03/22/empreendedorismo-na-sala-de-aula/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 20:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maiane Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorimo]]></category>

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		<description><![CDATA[Jovens de escolas públicas e particulares da capital Baiana aprendem noções de negócios e experimentam também na prática o dia a dia de um empresário. Os programas de educação prática em economia da Junior Achievement Bahia com o apoio de voluntários são aplicados para crianças e adolescentes com idades diferentes, porém com escolhas parecidas. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_418" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2010/03/TM_12573527751.jpg"><img class="size-medium wp-image-418 " src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2010/03/TM_12573527751-300x216.jpg" alt="" width="300" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">Formatura dos miniempresarios.</p></div>
<p>Jovens de escolas públicas e particulares da capital Baiana aprendem noções de negócios e experimentam também na prática o dia a dia de um empresário. Os programas extra curriculares de economia, da <a href="http://www.jaba.org.br/ba/index.php" target="_blank"><em>Junior Achievement Bahia</em> </a>são aplicados, em sala de aula, para crianças e adolescentes com idades diferentes, porém com escolhas parecidas.</p>
<p><em>Junior Achievement Bahia</em> é uma associação sem fins lucrativos, mantida por empresas que apoiam o empreendedorismo e acreditam em um país menos desigual. A fundação foi criada nos Estados Unidos em 1919, hoje, tem sede em todos os estados do Brasil. Na Bahia, por seis anos a associação foi presidida por Paulo Manso Cabral também presidente do <em>SEBRAE</em>. Neste ano tomou posse o Presidente da <em>CDL – Câmera de Diregentes Lojistas</em>, Antoine Tawil, juntamente com Aldo Ramon, Engenheiro da <em>COELBA </em>por duas décadas.</p>
<p>No programa Miniempresa, adolescentes entre 14 e 16 anos, do Ensino Médio vivenciam durante 15 semanas a experiência prática de um empresário. Nesse período, eles recebem a ajuda de quatro voluntários das áreas de Marketing, Finanças, Recursos Humanos e Produção que ensina aos jovens a função de cada um dentro de uma empresa.</p>
<p>“Os alunos conversam muito comigo, e eles vem perguntar quanto se gasta para manter um negócio, como sobrevive à concorrência. Então eles ficam mais alinhados no negócio de verdade depois que participam do programa Miniempresa” comenta Vânia Boaventura, diretora do Colégio Mundial.</p>
<div id="attachment_420" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2010/03/TM_12505217142.jpg"><img class="size-medium wp-image-420" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2010/03/TM_12505217142-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes vende os produtos na Feira.</p></div>
<p>Os miniempresários participam de rodada de palestras, apresentam os compromissos legais da empresa e além de fabricar seus produtos, vendem nos <em>stands</em> montados, por eles, na feira de miniempresa que acontece no Shopping Salvador. “A Feira foi uma experiência maravilhosa e única, pois conseguimos acabar com o estoque antes de finalizar as atividades do shopping. Divulgamos nosso trabalho, recebemos muitos elogios, o que é estimulante e gratificante para todos nós”, conclui a miniempresaria Ticyana Assemy, 15.</p>
<p>*Com informações do site oficial da Junior Achievement Bahia.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Empresas do Polo apóiam evento de cidadania</title>
		<link>http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2009/12/01/empresas-do-polo-apoiam-evento-de-cidadania/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 01:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>danielasilva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o objetivo de oferecer serviços  e atividades educativas para moradores das regiões de Camaçari  e Dias D´Ávila o Comitê de Fomento Industrial de Camaçari, Cofic, realizou o 2º Polo de Cidadania, beneficiando centenas de pessoas. O evento realizado no ultimo sábado teve a parceria do SESI, Cidade do Saber e Prefeitura  de Camaçari. Treze empresas não só participaram como também patrocinaram o evento, garantindo a prestação de serviços e atendimento na área de saúde, atividades educativas de lazer, culturais e esportivas e educação ambiental, informática, documentação, orientação vocacional, além ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_320" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-320" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/12/S5030039-300x225.jpg" alt="A oficina de reciclagem atraiu muita gente " width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">A oficina de reciclagem atraiu muita gente </p></div>
<p>Com o objetivo de oferecer serviços  e atividades educativas para moradores das regiões de Camaçari  e Dias D´Ávila o Comitê de Fomento Industrial de Camaçari, Cofic, realizou o 2º Polo de Cidadania, beneficiando centenas de pessoas. O evento realizado no ultimo sábado teve a parceria do SESI, Cidade do Saber e Prefeitura  de Camaçari. Treze empresas não só participaram como também patrocinaram o evento, garantindo a prestação de serviços e atendimento na área de saúde, atividades educativas de lazer, culturais e esportivas e educação ambiental, informática, documentação, orientação vocacional, além de oficinas de reciclagem.<br />
Os excelentes resultados alcançados na primeira edição, realizada no ano passado, fizeram com que o projeto fosse mantido no calendário anual das atividades no município.  Entre outras coisas o projeto permite que a comunidade tenha mais informações  sobre as indústrias do polo, alem de ter acesso a serviços que contribuem para a promoção da cidadania.<br />
Para o prefeito de Camaçari, Luis Caetano, “o evento tem grande importância social e serve como elemento de aproximação entre as empresas do Polo e a sociedade, promovendo a cidadania e autoestima  das milhares de pessoas atendidas”.<br />
Apoiaram o evento as empresas Braskem, Monsanto,  Petrobras Fafen, Millennium, Du Pont, Ultracargo, Cetrel, Caraíba Metais, Continental, ITF Chemical, Bahia Pulp, Quattor  e Odebrecht, Ford,</p>
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		<title>FINAL DE SEMESTRE, DESESPERO NA CERTA</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 21:54:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana cristina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Há poucos dias do término das aulas, os alunos enfrentam uma maratona de trabalhos e provas. Quem não estudou o suficiente no decorrer do semestre, tem uma última chance de recuperar a nota sem precisar fazer exame final. Mas o que fazer quando parece que não vai dar tempo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há poucos dias do término das aulas, os alunos enfrentam uma maratona de trabalhos e provas. Quem não estudou o suficiente no decorrer do semestre, tem uma última chance de recuperar a nota sem precisar fazer exame final. Mas o que fazer quando parece que não vai dar tempo?</p>
<div id="attachment_282" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><img class="size-full wp-image-282" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/12/livros-225x3001.jpg" alt="Quando nada mais dá certo..." width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Quando nada mais dá certo...</p></div>
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<p>Segundo a estudante Rafaela Sturaro, 24, não tem como você fugir do stresse e diz que chega até a sentir dores no corpo e na cabeça por causa das noites mal dormidas. “Eu procuro nem lembrar que os trabalhos valem nota, mas, ficar sem dormir é complicado”. Rafaela é aluna de Jornalismo da <a href="http://portal.faculdadedacidade.edu.br/index.php" target="_blank">Faculdade da Cidade</a>. Segundo ela, ficar estressada nesse período já virou rotina, mas não dá pra ficar na “neura”, o lance é tentar não desesperar e “correr atrás”.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/12/MAIS-LIVROS.jpg" alt="E eles nunca acabam...." width="208" height="300" /></p>
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<dl> E eles nunca insistem em se multiplicar&#8230;.</dl>
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<p>Já Filipe Dunham, 24, estudante da <a href="http://www.facom.ufba.br/" target="_blank">FaCom </a>(UFBA), é categórico ao afirmar que pra ele já não há mais estratégias: ele pira, literalmente. “Não tem jeito mais não, os professores teimam em achar que nós (estudantes) não fazemos mais nada durante o dia e enfiam todos os trabalhos de uma vez. Pra mim, já era”, conta entre risos.</p>
<div id="attachment_280" class="wp-caption aligncenter" style="width: 243px"><img class="size-full wp-image-280" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/12/desespero3-full1.jpg" alt="Estresse quase mortal" width="233" height="318" /><p class="wp-caption-text">Estresse quase mortal</p></div>
<p>Mas, pra quem pensa que a piração é exclusividade de aluno, a professora (<a href="http://www.fdj.com.br/" target="_blank">F2J</a>) Daniela Souza rebate. Segundo ela, esse período é complicado para ambos os lados. “Tem hora que a gente pensa que não acaba nunca. Mas o jeito é dar uma freada, respirar fundo e seguir em frente”.</p>
<p><a><img class="aligncenter size-full wp-image-284" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/12/desespero.jpg" alt="desespero" width="286" height="130" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Não adianta desespero: respire fundo e &#8220;corra</p>
<p style="text-align: left;">atrás&#8221;.</p>
<p>Os especialistas afirmam que nessa hora o segredo é não entrar em desespero. O bom é não acumular tarefas ao longo do semestre mas, para os desavisados, “vale umas horas há menos de sono e, no final, tudo dará certo”, recomenda a pedagoga. Segundo ela, o resultado é sempre uma boa lição: “no mercado de trabalho as coisas não vêm distribuídas em semestres e, dessa forma, você tem aprender a se organizar e fazer tudo dentro do prazo” finaliza.</p>
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		<title>Manifesto em prol do diploma reune estudantes e jornalistas na reitoria da UFBA</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 23:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Martha Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Diploma]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Selo Azul]]></category>

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		<description><![CDATA[A Manifestação em prol da campanha criada pelo jornalista Ipojucã Cabral em defesa do diploma para o exercício da profissão de Jornalista aconteceu hoje (24) pela manhã na Reitoria da Universidade Federal da Bahia - UFBA. Estiveram presentes, estudantes, profissionais e representantes de entidades civis. O maior apelo dos estudantes foi pela aprovação amanhã (25) da PEC dos jornalistas pelos senadores integrantes da comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left">
<dl>
<dt><a rel="attachment wp-att-261" href="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/2009/11/24/manifesto-em-prol-do-diploma-reune-estudantes-e-jornalistas-na-reitoria-da-ufba/reuniao-de-estudantes-3/"><img class="size-full wp-image-261" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/11/REUNIÃO-DE-ESTUDANTES2.jpg" alt="FOTO: SITE BAHIA NOTÍCIAS" width="314" height="235" /></a></dt>
<dd>FOTO: SITE BAHIA NOTÍCIAS</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: left">Com o lema “Jornalismo de Credibilidade tem Diploma”, aconteceu hoje (24) na Reitoria da Universidade Federal da Bahia &#8211; UFBA , a manifestação em prol da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista, que contou com a participação de estudantes, profissionais de comunicação e representantes de entidades civis. O jornalista Ipojucã Cabral, diretor da Associação Baiana de Imprensa – ABI e atual Assessor Especial da Secretaria Municipal da Comunicação Social esteve na Faculdade 2 de Julho, a convite do professor Chico Araújo para falar sobre o movimento e convidar os estudantes para participar da manifestação. O objetivo é fazer com que as empresas que contratarem profissionais graduados recebam um selo, o “Selo Azul” e a bandeira do movimento de valorização da profissão. A ideia surgiu após o Supremo Tribunal Federal (STF), considerar desnecessária a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista.<br />
Cabral pretende mobilizar empresas, estudantes, profissionais, o Congresso Nacional e a sociedade civil. Em entrevista concedida ao site Bahia Notícias, Ipojucã explicou a necessidade de lutar pela valorização da profissão. “Não há incongruência, não há incompatibilidade entre a exigência do diploma para o exercício do jornalismo e o princípio constitucional da liberdade de expressão. Qualquer cidadão brasileiro pode manifestar sua opinião e pensamento livremente através dos veículos de comunicação. Mas o exercício cotidiano do jornalismo, este sim, deve ser feito por profissionais com nível superior, portanto, com diploma”.<br />
A PEC dos jornalistas &#8211; Proposta de Emenda à Constituição foi analisada na quarta –feira (21) e será votada amanhã (25) pelos senadores integrantes da comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ). A aprovação da PEC foi um dos apelos dos estudantes que participaram hoje da manifestação na reitoria.</p>
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		<title>Inacreditável</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 18:58:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edimilson chaves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[UNIBAM; garota expulsa;mini-saia]]></category>

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		<description><![CDATA[Inacreditável, Geisy Arruda lembram dela? Pois é, foi hostilizada pelos colegas de faculdade por estar usando um vestido “curto”, teve o vídeo postado na rede e ganhou visibilidade na mídia. Se a atitude dos colegas já causava indignação, pior ainda foi a tomada pela UNIBAN, que considerou o comportamento da estudante &#8220;flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade&#8221; e a expulsou da Faculdade, realmente é inacreditável, que um ambiente onde se busca angariar conhecimentos, para saber transitar pelos “lugares” respeitando o outro com todas as suas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-123" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/11/o-vestido-foi-esse-300x279.jpg" alt="o vestido foi esse" width="300" height="279" />Inacreditável, Geisy Arruda lembram dela? Pois é, foi hostilizada pelos colegas de faculdade por estar usando um vestido “curto”, teve o vídeo postado na rede e ganhou visibilidade na mídia. Se a atitude dos colegas já causava indignação, pior ainda foi a tomada pela <a href="http://www.uniban.br/portal.asp">UNIBAN</a>, que considerou o comportamento da estudante &#8220;flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade&#8221; e a expulsou da Faculdade, realmente é inacreditável, que um ambiente onde se busca angariar conhecimentos, para saber transitar pelos “lugares” respeitando o outro com todas as suas diferenças, não saiba respeitar o modo de vestir de uma pessoa.</p>
<p>As <a href="http://www.observatoriodegenero.gov.br/menu/noticias/caso-uniban">mulheres </a>se fazem presentes, e são atuantes. Mulheres que dividem os seus dias nas responsabilidades do lar e nos deveres profissionais, pois a mulher conquistou esse direto, trabalham e muitas vezes são elas que sustentam o lar. Na política agora o direito conquistado vai além ao do voto, elas são representantes e ocupam cargos que antes só os homens ocupavam. Aceitar atitudes como a da UNIBAM, acaba sendo um retrocesso, nada fazer para mudar simboliza uma permissiva. E um futuro melhor se faz com um presente mais atuante e a  história das mulheres é um bom exemplo disso.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Faculdade 2 de Julho sedia 10° Workshop de Estágio</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 17:32:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Logrado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Estágio]]></category>
		<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade 2 de Julho]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento discutirá temas relevantes sobre o universo dos estudantes estagiários ou que buscam estágio como atalho para o sucesso profissional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-93 alignleft" src="http://jornalismodigital.f2j.edu.br/wp-content/uploads/2009/11/imagem.JPG" alt="imagem" width="252" height="101" />No próximo dia 11 de novembro, acontecerá na sede da Faculdade 2 de Julho, no Garcia, o <a href="http://www.fieb.org.br/iel/workshop/" target="_blank">10° Workshop de Estágio</a>, a partir das 8h. Organizado pelo IEL e pelo Fórum de Estágio da Bahia, em parceria com a F2J, a Unifacs e o jornal A Tarde, o evento tem por finalidade discutir temas que circundam o ambiente dos estudantes universitários e vestibulandos. Além dos debates sobre a educação na Bahia e os profissionais do futuro, haverá uma apresentação e premiação dos vencedores do BITEC e uma mesa redonda sobre as empresas vencedoras do prêmio de melhores práticas de estágio 2009. As inscrições para o workshop já foram encerradas e para acesso ao local do evento é preciso trazer um quilo de alimento não-perecível. Os participantes ainda receberão certificado que será válido para as atividades complementares.</p>
]]></content:encoded>
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