Ceci Alves, diretora de Doido Lelé, é destaque do Policom
A exibição do premiado curta Doido Lelé e a presença da diretora do filme, a cineasta e jornalista baiana Ceci Alves foram os destaques da abertura do III Congresso de Comunicação Social e Políticas Culturais (Policom), que ocorreu na última quarta-feira, dia 25, na capital baiana. O filme integrou a mostra Cine Curtas em Debate, uma das atividades do evento. Este ano, o congresso – realizado pela Faculdade 2 de Julho -teve como tema “Novos Olhares sobre a América Latina”.
Após a exibição do filme, Ceci Alves debateu com o público sobre as dificuldades que os cineastas brasileiros encontram para produzir. Alves destacou que uma das primeiras opções para quem quer fazer um filme é se inscrever em editais, principalmente os do Ministério da Cultura (Minc), já que oferecem valores maiores. E foi por meio de um edital do Minc que a cineasta conseguiu R$80 mil para a realização de Doido Lelé “ O filme também contou com a co-produção da Escola Superior de Áudio- Visual, da França”, conta a diretora.
Ao ser questionada sobre o sucesso do filme, que ganhou diversos prêmios, dentre eles o de Melhor Direção de Arte no Festival Jericoacoara de Cinema Digital (CE) e Melhor Filme pelo Júri Popular na 9ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis (SC), Ceci Alves confessou que não esperava tamanha repercussão “ Queria contar a história de uma forma que passasse emoção para o público, mas fiquei surpresa com o resultado”.
A cineasta revelou, ainda, que os prêmios que mais a alegraram foram os do júri popular, já que estes mostram a opinião do público, que avaliam pelo sentimento e não por questões técnicas.Para o estudante de Jornalismo, Sebastião Britto, o fato de o filme possuir uma narrativa leve foi o que mais o agradou “Um curta gostoso de se ver”, classificou Britto.









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