Verde da Paralela perde espaço para construções imobiliárias

Um dos assuntos mais pautados ultimamente tem sido o Meio Ambiente, e o fator mais preocupante, o desmatamento. Porém, o que parece acontecer apenas na Amazônia não é mais uma realidade distante para os soteropolitanos que transitam e moram na Avenida Paralela.
A mata atlântica existente naquele local está perdendo lugar para o concreto. Para os urbanistas, e empresários, trata-se de prosperidade, expansão do mercado imobiliário, aumento de oferta de emprego e desenvolvimento da cidade. A maior preocupação dos ambientalistas é o impacto ambiental causado pelo desmatamento. No Decreto Federal 750/93, “Ficam proibidos o corte, a exploração e a supressão de vegetação primária ou nos estágios avançado e médio de regeneração da Mata Atlântica”. Porém, a informação dada pela advogada e engenheira ambiental Lucia Cardoso é a de que não se trata de vegetação primária, e sim secundária. Portanto, as empreteiras estão dentro da legalidade.









Chega a ser imoral desmatar o pouco que ainda resta da mata atlantica por conta dessa porcaria de copa que so vai servir para encher os hospitais de bebados esfaqueados e intupir os lixões dessas porcarias de latas da coca cola nao reciclaveis “que acho que so vendem aqui”. enquanto o resto da cidade fica acumulando sa mesmas e velhas prioridades do tipo,o metro invisivel ,as super encostas deslizantes, aquelas que a defesa civil vai ver e dizem “esta tudo bem… ” porque os bombeiros vao conseguir resgatar os corpos.
e os que apoian essas desnecessarias construçoes que se asfixiem com afumaça emorram secos de sede.
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